A ANAMMA - Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente - é uma entidade civil fundada em 1986, em Curitiba (PR), sem fins lucrativos ou vínculos partidários, representativa do poder municipal na área ambiental. Com ações em todas as regiões do país, tem como principal objetivo fortalecer os Sistemas Municipais de Meio Ambiente, desenvolvendo a cooperação e o intercâmbio permanente entre os municípios, visando à troca de opiniões técnicas e experiências profissionais. Dessa forma, promove o fortalecimento dos Sistemas Municipais de Meio Ambiente - SISMUNAs, no âmbito do Sistema Nacional de Meio Ambiente – SISNAMA.
Agora a entidade lança um novo portal (www.anamma.com.br), com muitas novidades e informações. Notícias da área, eventos, agenda ambiental, legislação, são alguns dos serviços oferecidos. A secretaria executiva da ANAMMA se põe à disposição não só dos membros Comitê Municipal de Mudança do Clima e Ecoeconomia, mas de toda a sociedade esperando que a nova ferramenta seja de grande utilidade no apoio a gestão ambiental municipal de São Paulo. “Esperamos que o site seja muito visitado por todos. Aguardamos sugestões, parcerias e tudo que puder contribuir para o aperfeiçoamento desta importante ferramenta de trabalho”, diz Luiz Soraggi, Secretario Executivo.
Prefeitura de SP
MEIO AMBIENTE EM SÃO PAULO
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Ambientalistas veem oportunidades na verticalização das cidades

Para minimizar os efeitos desse processo que aumenta o aquecimento global, os ambientalistas apresentam conceitos como prédios verdes e jardins verticais. O assunto foi discutido em Conferência, com participação de alunos do Fábrica Verde.
Alunos do Fábrica Verde participaram da 9ª Conferência Produção Mais Limpa, realizada no Memorial da América Latina. Os estudantes aproveitaram o evento para divulgar o trabalho, vender mudas de flores e folhagens e, principalmente, trocar experiências com outros empreendedores sociais sobre novos nichos de mercado abertos pela verticalização das cidades e a necessidade dos seres vivos de conviver e desfrutar de áreas verdes.
A verticalização das cidades é um processo urbanístico progressivo, que consiste na construção de edifícios monumentais, provocando o aumento do aquecimento global. Para os ambientalistas, os efeitos desse processo podem ser minimizados com o crescimento planejado ao lado de conceitos como prédios verdes e jardins verticais. Para tanto, já existem demandas de profissionais, mas falta mão-de-obra especializada.
Empregos
Para a gestora responsável pelo setor de expansão de rede da empresa Quadro Vivo, Cristina Figueiredo, é muito difícil encontrar jardineiros com experiência em paisagismo vertical. “A maior parte dos jardineiros só domina a técnica de jardinagem horizontal. Quando encontramos quem sabe o básico, fornecemos treinamento para o exercício desse trabalho de maneira diferenciada, incluindo a jardinagem aliada às técnicas de rapel”, explica Cristina.
O ambientalista, fundador da ONG Amigos das Árvores de São Paulo e mestre em Botânica na Universidade de São Paulo, Ricardo Henrique Cardim, cita a falta de qualificação dos jardineiros para explicar o não-preenchimento das vagas existentes no setor. “A tecnologia SkyGarden para telhados verdes e jardins elevados está no seu avançado solo, que reproduz em poucos centímetros a fertilidade de metros de terra, sendo conhecido no Japão como o solo dos sonhos, e pode ser vendida em sacos de 40 litros, práticos de serem instalados. A maior dificuldade é encontrar profissionais do verde especializados no plantio e na manutenção dos mais diversos tipos de plantas”, afirma Cardim.
Planos
Os irmãos Jane Duarte, 49 anos, e Adaljiro José Duarte, 55 anos, alunos do Programa Fábrica Verde, têm em comum a paixão pelo verde e meio ambiente e o fato de estarem desempregados. Os irmãos, juntamente com a amiga Maria Teresa Caeiro, formaram um grupo e estão organizando uma pequena loja de ervas e produtos medicinais. Durante a conferência, tomaram conhecimento de novos mercados, como os jardins verticais e os prédios verdes, e planejam aperfeiçoar conhecimentos sobre o tema.
“Sem muitas pretensões, fiquei sabendo do programa e resolvi fazer minha inscrição. Quando as aulas começaram, minha surpresa foi muito grande. Fiquei impressionada com a quantidade de informação e toda a parte prática. Então, eu e meu irmão, que sempre tivemos o hobby de cultivar plantas em casa, estamos nos organizando juntamente com outra amiga do curso para montar um negócio. Agora planejamos nos aperfeiçoar em paisagismo e aproveitar os novos mercados”, conta Jane.
O engenheiro-agrônomo Wagner Novais explica que a participação dos alunos em seminários, conferências, feiras e eventos serve de base para que possam buscar oportunidades de trabalho, apreender a organizar pequenos grupos de empreendedores ou cooperativas e dessa forma continuar caminhando sozinhos após o curso. O professor diz que o interesse dos alunos pode levar o curso também para novos caminhos e ainda nesta edição será acrescentado às aulas um capítulo sobre os telhados verdes e jardins verticais.
“A participação em eventos desse porte faz parte do conteúdo programático, composto por aulas teóricas e práticas, que os alunos de jardinagem realizam durante todo o curso. As vivências permitem aos futuros profissionais do verde a oportunidade de adquirir experiências essenciais para a segunda etapa da formação dos jardineiros, que é a elaboração de projetos de empreendedorismo. Além disso, os aprendizes são capacitados para atuarem na produção de compostos orgânicos”, explicou Novais.
O programa, que já está na quarta edição, tem duração de um ano, sendo que os seis primeiros meses são de capacitação e incubação do empreendedorismo (com bolsa-auxílio) e os outros seis de acompanhamento e apoio ao empreendimento em formalização (sem bolsa), período em que os beneficiários terão apoio técnico e capacitação para fortalecer o empreendimento.
Parte do Programa Operação Trabalho, a ação atende pessoas com idade mínima de 18 anos, sem emprego há mais de quatro meses, sem Seguro Desemprego, cuja renda familiar seja de até meio salário mínimo (por pessoa), e seja residente no município de São Paulo há mais de um ano.
Prefeitura de SP
Alunos do Fábrica Verde participaram da 9ª Conferência Produção Mais Limpa, realizada no Memorial da América Latina. Os estudantes aproveitaram o evento para divulgar o trabalho, vender mudas de flores e folhagens e, principalmente, trocar experiências com outros empreendedores sociais sobre novos nichos de mercado abertos pela verticalização das cidades e a necessidade dos seres vivos de conviver e desfrutar de áreas verdes.
A verticalização das cidades é um processo urbanístico progressivo, que consiste na construção de edifícios monumentais, provocando o aumento do aquecimento global. Para os ambientalistas, os efeitos desse processo podem ser minimizados com o crescimento planejado ao lado de conceitos como prédios verdes e jardins verticais. Para tanto, já existem demandas de profissionais, mas falta mão-de-obra especializada.
Empregos
Para a gestora responsável pelo setor de expansão de rede da empresa Quadro Vivo, Cristina Figueiredo, é muito difícil encontrar jardineiros com experiência em paisagismo vertical. “A maior parte dos jardineiros só domina a técnica de jardinagem horizontal. Quando encontramos quem sabe o básico, fornecemos treinamento para o exercício desse trabalho de maneira diferenciada, incluindo a jardinagem aliada às técnicas de rapel”, explica Cristina.
O ambientalista, fundador da ONG Amigos das Árvores de São Paulo e mestre em Botânica na Universidade de São Paulo, Ricardo Henrique Cardim, cita a falta de qualificação dos jardineiros para explicar o não-preenchimento das vagas existentes no setor. “A tecnologia SkyGarden para telhados verdes e jardins elevados está no seu avançado solo, que reproduz em poucos centímetros a fertilidade de metros de terra, sendo conhecido no Japão como o solo dos sonhos, e pode ser vendida em sacos de 40 litros, práticos de serem instalados. A maior dificuldade é encontrar profissionais do verde especializados no plantio e na manutenção dos mais diversos tipos de plantas”, afirma Cardim.
Planos
Os irmãos Jane Duarte, 49 anos, e Adaljiro José Duarte, 55 anos, alunos do Programa Fábrica Verde, têm em comum a paixão pelo verde e meio ambiente e o fato de estarem desempregados. Os irmãos, juntamente com a amiga Maria Teresa Caeiro, formaram um grupo e estão organizando uma pequena loja de ervas e produtos medicinais. Durante a conferência, tomaram conhecimento de novos mercados, como os jardins verticais e os prédios verdes, e planejam aperfeiçoar conhecimentos sobre o tema.
“Sem muitas pretensões, fiquei sabendo do programa e resolvi fazer minha inscrição. Quando as aulas começaram, minha surpresa foi muito grande. Fiquei impressionada com a quantidade de informação e toda a parte prática. Então, eu e meu irmão, que sempre tivemos o hobby de cultivar plantas em casa, estamos nos organizando juntamente com outra amiga do curso para montar um negócio. Agora planejamos nos aperfeiçoar em paisagismo e aproveitar os novos mercados”, conta Jane.
O engenheiro-agrônomo Wagner Novais explica que a participação dos alunos em seminários, conferências, feiras e eventos serve de base para que possam buscar oportunidades de trabalho, apreender a organizar pequenos grupos de empreendedores ou cooperativas e dessa forma continuar caminhando sozinhos após o curso. O professor diz que o interesse dos alunos pode levar o curso também para novos caminhos e ainda nesta edição será acrescentado às aulas um capítulo sobre os telhados verdes e jardins verticais.
“A participação em eventos desse porte faz parte do conteúdo programático, composto por aulas teóricas e práticas, que os alunos de jardinagem realizam durante todo o curso. As vivências permitem aos futuros profissionais do verde a oportunidade de adquirir experiências essenciais para a segunda etapa da formação dos jardineiros, que é a elaboração de projetos de empreendedorismo. Além disso, os aprendizes são capacitados para atuarem na produção de compostos orgânicos”, explicou Novais.
O programa, que já está na quarta edição, tem duração de um ano, sendo que os seis primeiros meses são de capacitação e incubação do empreendedorismo (com bolsa-auxílio) e os outros seis de acompanhamento e apoio ao empreendimento em formalização (sem bolsa), período em que os beneficiários terão apoio técnico e capacitação para fortalecer o empreendimento.
Parte do Programa Operação Trabalho, a ação atende pessoas com idade mínima de 18 anos, sem emprego há mais de quatro meses, sem Seguro Desemprego, cuja renda familiar seja de até meio salário mínimo (por pessoa), e seja residente no município de São Paulo há mais de um ano.
Prefeitura de SP
Professor comenta sobre os efeitos das queimadas nas florestas
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1379464-7823-PROFESSOR+COMENTA+SOBRE+OS+EFIETOS+DAS+QUEIMADAS+NAS+FLORESTAS,00.html
Quinta-feira, 25/11/2010
Vento deposita cinzas com nutrientes em outras regiões. João Carlos Rodrigues Coelho é professor de cursinho em São Paulo.
Quinta-feira, 25/11/2010
Vento deposita cinzas com nutrientes em outras regiões. João Carlos Rodrigues Coelho é professor de cursinho em São Paulo.
domingo, 21 de novembro de 2010
COP-16
Fiesp e COP-16
Da mesma maneira que participou no ano passado da COP-15, a Fiesp participará da COP-16 neste ano, enviando uma delegação composta por diretores e técnicos. Cabe ressaltar que a Entidade participou de todas as reuniões pré-COP-15 ocorridas em Bonne Barcelona ao longo de 2009, assim como participou de todas as Pré-COP-16 ocorridas em Bonn e Tianjin. O acompanhamento das negociações internacionais sobre Mudança do Clima reflete o interesse da Fiesp em defender o meio ambiente e a indústria brasileira.
O que é COP (Conference of the Parts)?
É a Conferência das Partes, ou seja, dos países signatários da Convenção-Quadro. Representa o órgão supremo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A COP é realizada anualmente desde 1995, em um dos países participantes. As COPs realizadas foram:
Conferência de Berlim (COP-1) – realizada em 1995
Conferência de Genebra (COP-2) – realizado em 1996;
Conferência de Quioto (COP-3) – realizada em 1997.
Foi marcada pela adoção do Protocolo de Quioto, com metas de redução de emissões e mecanismos de flexibilização dessas metas. De modo geral, as metas são de 5,2% das emissões de 1990, porém alguns países assumiram compromissos maiores: Japão – 6%, União Européia – 8% e Estados Unidos, que acabaram não ratificando o acordo, 7%. A entrada em vigor do acordo estava vinculada à ratificação por no mínimo 55 países que somassem 55% das emissões globais de gases do efeito estufa, que aconteceu apenas em 16 de fevereiro de 2005, após vencida a relutância da Rússia. Os Estados Unidos se retiraram do acordo em 2001.
Conferência de Buenos Aires (COP-4) – realizada em 1998;
Conferência de Bonn (COP-5) – realizado em 1999;
Conferência de Haia (COP-6) – realizado no ano 2000;
Conferência de Marrakesh (COP-7) – realizada em 2001;
Conferência de Nova Delhi (COP-8) – realizada em 2002;
Conferência de Milão (COP-9) – realizado em 2003;
Conferência de Buenos Aires (COP-10) – realizada em 2004;
Conferência de Montreal (COP-11) – realizada em 2005;
Conferência de Nairobi (COP-12) – realizada em 2006,
Conferência de Bali (COP-13)– realizada em 2007
Conferência de Poznan (COP-14) – realizada em 2008;
Conferência de Copenhague (COP-15) – realizada em 2009. Com a expectativa da entrada de países em desenvolvimento no anexo I do Protocolo de Quito, ou seja, entre os países que assumiram metas obrigatórias de redução. Sua maior importância, no entanto, reside no fato de ter mobilizado o maior número de países até então, inclusive Estados Unidos e China.
Conferência de Cancun (COP-16) – será realizada entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, em Cancun, México.
Fonte: http://www.fiesp.com.br/arquivos/2010/informes/informe_ambiental_58.pdf
Da mesma maneira que participou no ano passado da COP-15, a Fiesp participará da COP-16 neste ano, enviando uma delegação composta por diretores e técnicos. Cabe ressaltar que a Entidade participou de todas as reuniões pré-COP-15 ocorridas em Bonne Barcelona ao longo de 2009, assim como participou de todas as Pré-COP-16 ocorridas em Bonn e Tianjin. O acompanhamento das negociações internacionais sobre Mudança do Clima reflete o interesse da Fiesp em defender o meio ambiente e a indústria brasileira.
O que é COP (Conference of the Parts)?
É a Conferência das Partes, ou seja, dos países signatários da Convenção-Quadro. Representa o órgão supremo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A COP é realizada anualmente desde 1995, em um dos países participantes. As COPs realizadas foram:
Conferência de Berlim (COP-1) – realizada em 1995
Conferência de Genebra (COP-2) – realizado em 1996;
Conferência de Quioto (COP-3) – realizada em 1997.
Foi marcada pela adoção do Protocolo de Quioto, com metas de redução de emissões e mecanismos de flexibilização dessas metas. De modo geral, as metas são de 5,2% das emissões de 1990, porém alguns países assumiram compromissos maiores: Japão – 6%, União Européia – 8% e Estados Unidos, que acabaram não ratificando o acordo, 7%. A entrada em vigor do acordo estava vinculada à ratificação por no mínimo 55 países que somassem 55% das emissões globais de gases do efeito estufa, que aconteceu apenas em 16 de fevereiro de 2005, após vencida a relutância da Rússia. Os Estados Unidos se retiraram do acordo em 2001.
Conferência de Buenos Aires (COP-4) – realizada em 1998;
Conferência de Bonn (COP-5) – realizado em 1999;
Conferência de Haia (COP-6) – realizado no ano 2000;
Conferência de Marrakesh (COP-7) – realizada em 2001;
Conferência de Nova Delhi (COP-8) – realizada em 2002;
Conferência de Milão (COP-9) – realizado em 2003;
Conferência de Buenos Aires (COP-10) – realizada em 2004;
Conferência de Montreal (COP-11) – realizada em 2005;
Conferência de Nairobi (COP-12) – realizada em 2006,
Conferência de Bali (COP-13)– realizada em 2007
Conferência de Poznan (COP-14) – realizada em 2008;
Conferência de Copenhague (COP-15) – realizada em 2009. Com a expectativa da entrada de países em desenvolvimento no anexo I do Protocolo de Quito, ou seja, entre os países que assumiram metas obrigatórias de redução. Sua maior importância, no entanto, reside no fato de ter mobilizado o maior número de países até então, inclusive Estados Unidos e China.
Conferência de Cancun (COP-16) – será realizada entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, em Cancun, México.
Fonte: http://www.fiesp.com.br/arquivos/2010/informes/informe_ambiental_58.pdf
Conselho Estadual de Mudanças Climáticas
Conselho Estadual de Mudanças Climáticas
Documento assinado pelo governador Alberto Goldman cria o Conselho Estadual de Mudanças Climáticas, que discutirá questões e medidas de controle e adaptação.
No dia 15 de outubro foi instalado, conforme previsto na Lei que cria a Política Estadual de Mudanças Climáticas (Lei 13.798/2009 e regulamentado pelo Decreto 55.947/2010), o Conselho Estadual de Mudanças Climáticas.
A cerimônia de criação foi realizada no Palácio dos Bandeirantes, com discursos do Governador Alberto Goldman, e do Secretário do Meio Ambiente, Pedro Ubiratan de Azevedo.
Estavam presentes na ocasião todos os Conselheiros nomeados, entre eles Nelson Pereira dos Reis (na foto abaixo), diretor titular do Departamento de Meio Ambiente da Fiesp, e representante desta entidade no Conselho. Foco do Conselho, a Política Estadual de Mudanças Climáticas abarca os principais temas ambientais, atrelando-os às políticas de recursos hídricos, de resíduos sólidos, e a própria política de desenvolvimento econômico, representando dessa forma um novo paradigma da gestão ambiental do Estado.
Nesse sentido, o novo Conselho tem suas atribuições estendidas a todos esses temas, ao mesmo tempo em que prevê, comparando-se aos outros Conselhos de meio ambiente, uma maior participação do setor produtivo (indústria, agricultura, comércio, transporte, energia, construção civil etc), determinante e fundamental para discussão da temática ambiental. Leia na página 2, quem faz parte do Conselho Estadual de Mudanças Climáticas.
Componentes do Conselho Estadual de Mudanças Climáticas
I - 14 (quatorze) representantes de órgãos e entidades governamentais, sendo:
a) Governador do Estado; b) o Secretário do Meio Ambiente; c) o Secretário de Desenvolvimento; d) o Secretário dos Transportes; e) o Secretário dos Transportes Metropolitanos; f) o Secretário de Agricultura e Abastecimento; g) o Secretário da Saúde; h) o Secretário da Fazenda; i) o Secretário de Economia e Planejamento; j) o Secretário de Saneamento e Energia; k) o Secretário da Cultura, em rodízio com o Secretário da Educação; l) o Procurador Geral do Estado; m) o Diretor Presidente da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb); n) o Diretor Presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo S.A.
II - 14 (quatorze) representantes municipais sendo:
a) o Prefeito do município sede da Região Metropolitana de São Paulo; b) o Prefeito do município sede da Região Metropolitana da Baixada Santista; c) o Prefeito do município sede da Região Metropolitana de Campinas; d) o Prefeito Municipal eleito por seus pares, no âmbito dos grupos especificados a seguir, por maioria simples de votos, por Comitê de Bacia Hidrográfica: 1. Alto Tietê; 2. Paraíba do Sul e Mantiqueira; 3. Litoral Norte e Baixada Santista; 4. Alto Paranapanema e Ribeira de Iguape; 5. Médio Paranapanema e Pontal do Paranapanema; 6. Aguapeí e Peixe e Baixo Tietê; 7. Tietê/Batalha e Tietê/Jacaré; 8. Turvo/Grande e São José dos Dourados; 9. Sapucaí/Grande e Baixo Pardo/Grande; 10. Pardo e Mogi-Guaçu; 11. Piracicaba/Capivari/Jundiaí e Tietê/Sorocaba. E a promoção da sinergia entre mudanças climáticas e biodiversidade, exercendo o papel de fórum paulista de mudanças Climáticas.
III - 14 (quatorze) representantes da sociedade civil, sendo:
a) 1 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); b) 1 da Federação das Empresas de Transporte de São Paulo; c) 1 da Federação do Comércio do Estado de São Paulo; d) 1 da Federação de Agricultura do Estado de São Paulo; e) 1 da União da Indústria de Cana-de-Açúcar; f) 1 de universidades públicas paulistas, com rodízio entre Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"; g) 1 da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; h) 1 da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres; i) 1 do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável; j) 1 de universidades privadas atuantes no âmbito do Estado de São Paulo; k) 3 de entidades ambientalistas, com atuação efetiva na defesa ou preservação do meio ambiente e no combate as mudanças climáticas; l) 1 de entidade da sociedade civil, com atuação efetiva na temática de padrões de produção e consumo.
Fonte: DMA – Departamento de Meio Ambiente
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Os empresários e as mudanças do clima: atitude protagonista em vez de defensiva
Dentro de algumas semanas, vai começar em Cancun, no México, a 16º.
Conferência das Partes sobre o Clima, a COP 16.
O evento não ganhou a mesma divulgação que a COP 15, mesmo assim está mobilizando, no mundo inteiro, governos, empresas e sociedade civil para o tema da aprovação de metas globais para a redução das emissões de carbono.
Aqui no Brasil, no âmbito dos negócios, empresas e entidades representativas também vêm se posicionando sobre a COP16, mais especificamente sobre aquele que deverá ser o tema central do encontro: a redução das emissões de carbono. De maneira geral, podemos notar que há, entre os empresários, duas posições mais evidentes: uma que entende a questão climática como uma oportunidade e busca, por meio de ações e propostas positivas, garantir competitividade e liderança no novo cenário que se delineia.
Outra que reconhece a extrema gravidade do problema e a urgência na adoção de medidas, mas alerta para o fato de que estas medidas podem se transformar em nova “guerra ambiental ” entre estados, atraindo ou afastando indústrias.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançou documento esta semana em que deixa clara esta preocupação. Para a entidade, a legislação paulista que torna obrigatória a redução de emissões de GEE em 20% , em relação a 2005, até 2020, feita de forma bem intencionada, pode se reverter contra os interesses paulistas, principalmente se outros estados adotarem leis menos severas em relação ao tema.
Quanto ao comércio internacional, os temores são de que emissões de carbono passem a se constituir em novas barreiras alfandegárias, não financeiras, mas igualmente danosas para as exportações.Estes argumentos trazem implícitas duas questões muito importantes e pouco discutidas até o momento, quando se fala em redução de carbono: a referência utilizada para o cálculo das emissões e a própria definição da meta de redução. No plano nacional, a legislação federal e as diversas leis estaduais de mudanças do clima apresentam metas estabelecidas a partir de referências diferentes. Por exemplo, no plano federal, a Política Nacional de Mudanças do Clima (PNMC – lei federal 12.114 / 09) estabelece reduções de emissões de GEE entre 36,1% e 38, 9% até 2020, baseada na projeção de emissões futuras. Já a legislação ambiental paulista define redução de 20% em relação às emissões de 2005.
É preciso haver entendimento entre todas as partes interessadas e harmonização em relação a metodologias e metas estipuladas para que os esforços realmente funcionem. Estes obstáculos precisam ser o estímulo para se buscar o avanço e o aperfeiçoamento do que já existe.As mudanças climáticas não são como os incentivos fiscais, seus efeitos não se restringirão às fronteiras geográficas de países ou estados. As decisões afetam a todos e exigem arrojo.
O empresariado brasileiro, principalmente o de São Paulo, precisa assumir a liderança deste processo de transformação, adotando compromissos voluntários de redução de carbono para, com isso, influenciar políticas públicas. Ao buscar o avanço e sair de um comportamento defensivo, o setor impulsionará a sociedade a fazer o mesmo. Esta atitude já vem sendo posta em prática por um grupo de empresas que, no ano passado, lançou a Carta Aberta ao Brasil sobre Mudanças Climáticas.
Nela, as empresas assumiram voluntariamente o compromisso de reduzir suas emissões e levaram ao governo federal a sugestão de que o país adotasse metas oficiais de redução de GEE, o que de fato ocorreu. Para ampliar a mobilização, as empresas constituíram o Fórum Clima – Ação Empresarial Sobre As Mudanças Climáticas e, um ano após lançamento da Carta, realizam um seminário de balanço de resultados e de discussão sobre as oportunidades de uma economia de baixo carbono. Uma das sugestões que farão aos representantes de governos presentes será, justamente, a de harmonizar métodos e metas de redução de emissões.. Com isso, as empresas poderão adotar planejamento estratégico que incentive a economia de baixo carbono, aumente a competitividade e contribua para uma sociedade mais sustentável e justa. Este seminário vai se realizar na segunda-feira, dia 22, das 9 às 13 horas, no Espaço Rosa Rosarum, rua Francisco Leitão, 416 – a reunião é aberta ao público.
Inscrições: Para fazer sua inscrição, clique aqui.
Fonte: http://institutoethos.blogspot.com/2010/11/os-empresarios-e-as-mudancas-do-clima.html
Conferência das Partes sobre o Clima, a COP 16.
O evento não ganhou a mesma divulgação que a COP 15, mesmo assim está mobilizando, no mundo inteiro, governos, empresas e sociedade civil para o tema da aprovação de metas globais para a redução das emissões de carbono.
Aqui no Brasil, no âmbito dos negócios, empresas e entidades representativas também vêm se posicionando sobre a COP16, mais especificamente sobre aquele que deverá ser o tema central do encontro: a redução das emissões de carbono. De maneira geral, podemos notar que há, entre os empresários, duas posições mais evidentes: uma que entende a questão climática como uma oportunidade e busca, por meio de ações e propostas positivas, garantir competitividade e liderança no novo cenário que se delineia.
Outra que reconhece a extrema gravidade do problema e a urgência na adoção de medidas, mas alerta para o fato de que estas medidas podem se transformar em nova “guerra ambiental ” entre estados, atraindo ou afastando indústrias.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançou documento esta semana em que deixa clara esta preocupação. Para a entidade, a legislação paulista que torna obrigatória a redução de emissões de GEE em 20% , em relação a 2005, até 2020, feita de forma bem intencionada, pode se reverter contra os interesses paulistas, principalmente se outros estados adotarem leis menos severas em relação ao tema.
Quanto ao comércio internacional, os temores são de que emissões de carbono passem a se constituir em novas barreiras alfandegárias, não financeiras, mas igualmente danosas para as exportações.Estes argumentos trazem implícitas duas questões muito importantes e pouco discutidas até o momento, quando se fala em redução de carbono: a referência utilizada para o cálculo das emissões e a própria definição da meta de redução. No plano nacional, a legislação federal e as diversas leis estaduais de mudanças do clima apresentam metas estabelecidas a partir de referências diferentes. Por exemplo, no plano federal, a Política Nacional de Mudanças do Clima (PNMC – lei federal 12.114 / 09) estabelece reduções de emissões de GEE entre 36,1% e 38, 9% até 2020, baseada na projeção de emissões futuras. Já a legislação ambiental paulista define redução de 20% em relação às emissões de 2005.
É preciso haver entendimento entre todas as partes interessadas e harmonização em relação a metodologias e metas estipuladas para que os esforços realmente funcionem. Estes obstáculos precisam ser o estímulo para se buscar o avanço e o aperfeiçoamento do que já existe.As mudanças climáticas não são como os incentivos fiscais, seus efeitos não se restringirão às fronteiras geográficas de países ou estados. As decisões afetam a todos e exigem arrojo.
O empresariado brasileiro, principalmente o de São Paulo, precisa assumir a liderança deste processo de transformação, adotando compromissos voluntários de redução de carbono para, com isso, influenciar políticas públicas. Ao buscar o avanço e sair de um comportamento defensivo, o setor impulsionará a sociedade a fazer o mesmo. Esta atitude já vem sendo posta em prática por um grupo de empresas que, no ano passado, lançou a Carta Aberta ao Brasil sobre Mudanças Climáticas.
Nela, as empresas assumiram voluntariamente o compromisso de reduzir suas emissões e levaram ao governo federal a sugestão de que o país adotasse metas oficiais de redução de GEE, o que de fato ocorreu. Para ampliar a mobilização, as empresas constituíram o Fórum Clima – Ação Empresarial Sobre As Mudanças Climáticas e, um ano após lançamento da Carta, realizam um seminário de balanço de resultados e de discussão sobre as oportunidades de uma economia de baixo carbono. Uma das sugestões que farão aos representantes de governos presentes será, justamente, a de harmonizar métodos e metas de redução de emissões.. Com isso, as empresas poderão adotar planejamento estratégico que incentive a economia de baixo carbono, aumente a competitividade e contribua para uma sociedade mais sustentável e justa. Este seminário vai se realizar na segunda-feira, dia 22, das 9 às 13 horas, no Espaço Rosa Rosarum, rua Francisco Leitão, 416 – a reunião é aberta ao público.
Inscrições: Para fazer sua inscrição, clique aqui.
Fonte: http://institutoethos.blogspot.com/2010/11/os-empresarios-e-as-mudancas-do-clima.html
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