A ANAMMA - Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente - é uma entidade civil fundada em 1986, em Curitiba (PR), sem fins lucrativos ou vínculos partidários, representativa do poder municipal na área ambiental. Com ações em todas as regiões do país, tem como principal objetivo fortalecer os Sistemas Municipais de Meio Ambiente, desenvolvendo a cooperação e o intercâmbio permanente entre os municípios, visando à troca de opiniões técnicas e experiências profissionais. Dessa forma, promove o fortalecimento dos Sistemas Municipais de Meio Ambiente - SISMUNAs, no âmbito do Sistema Nacional de Meio Ambiente – SISNAMA.
Agora a entidade lança um novo portal (www.anamma.com.br), com muitas novidades e informações. Notícias da área, eventos, agenda ambiental, legislação, são alguns dos serviços oferecidos. A secretaria executiva da ANAMMA se põe à disposição não só dos membros Comitê Municipal de Mudança do Clima e Ecoeconomia, mas de toda a sociedade esperando que a nova ferramenta seja de grande utilidade no apoio a gestão ambiental municipal de São Paulo. “Esperamos que o site seja muito visitado por todos. Aguardamos sugestões, parcerias e tudo que puder contribuir para o aperfeiçoamento desta importante ferramenta de trabalho”, diz Luiz Soraggi, Secretario Executivo.
Prefeitura de SP
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Ambientalistas veem oportunidades na verticalização das cidades

Para minimizar os efeitos desse processo que aumenta o aquecimento global, os ambientalistas apresentam conceitos como prédios verdes e jardins verticais. O assunto foi discutido em Conferência, com participação de alunos do Fábrica Verde.
Alunos do Fábrica Verde participaram da 9ª Conferência Produção Mais Limpa, realizada no Memorial da América Latina. Os estudantes aproveitaram o evento para divulgar o trabalho, vender mudas de flores e folhagens e, principalmente, trocar experiências com outros empreendedores sociais sobre novos nichos de mercado abertos pela verticalização das cidades e a necessidade dos seres vivos de conviver e desfrutar de áreas verdes.
A verticalização das cidades é um processo urbanístico progressivo, que consiste na construção de edifícios monumentais, provocando o aumento do aquecimento global. Para os ambientalistas, os efeitos desse processo podem ser minimizados com o crescimento planejado ao lado de conceitos como prédios verdes e jardins verticais. Para tanto, já existem demandas de profissionais, mas falta mão-de-obra especializada.
Empregos
Para a gestora responsável pelo setor de expansão de rede da empresa Quadro Vivo, Cristina Figueiredo, é muito difícil encontrar jardineiros com experiência em paisagismo vertical. “A maior parte dos jardineiros só domina a técnica de jardinagem horizontal. Quando encontramos quem sabe o básico, fornecemos treinamento para o exercício desse trabalho de maneira diferenciada, incluindo a jardinagem aliada às técnicas de rapel”, explica Cristina.
O ambientalista, fundador da ONG Amigos das Árvores de São Paulo e mestre em Botânica na Universidade de São Paulo, Ricardo Henrique Cardim, cita a falta de qualificação dos jardineiros para explicar o não-preenchimento das vagas existentes no setor. “A tecnologia SkyGarden para telhados verdes e jardins elevados está no seu avançado solo, que reproduz em poucos centímetros a fertilidade de metros de terra, sendo conhecido no Japão como o solo dos sonhos, e pode ser vendida em sacos de 40 litros, práticos de serem instalados. A maior dificuldade é encontrar profissionais do verde especializados no plantio e na manutenção dos mais diversos tipos de plantas”, afirma Cardim.
Planos
Os irmãos Jane Duarte, 49 anos, e Adaljiro José Duarte, 55 anos, alunos do Programa Fábrica Verde, têm em comum a paixão pelo verde e meio ambiente e o fato de estarem desempregados. Os irmãos, juntamente com a amiga Maria Teresa Caeiro, formaram um grupo e estão organizando uma pequena loja de ervas e produtos medicinais. Durante a conferência, tomaram conhecimento de novos mercados, como os jardins verticais e os prédios verdes, e planejam aperfeiçoar conhecimentos sobre o tema.
“Sem muitas pretensões, fiquei sabendo do programa e resolvi fazer minha inscrição. Quando as aulas começaram, minha surpresa foi muito grande. Fiquei impressionada com a quantidade de informação e toda a parte prática. Então, eu e meu irmão, que sempre tivemos o hobby de cultivar plantas em casa, estamos nos organizando juntamente com outra amiga do curso para montar um negócio. Agora planejamos nos aperfeiçoar em paisagismo e aproveitar os novos mercados”, conta Jane.
O engenheiro-agrônomo Wagner Novais explica que a participação dos alunos em seminários, conferências, feiras e eventos serve de base para que possam buscar oportunidades de trabalho, apreender a organizar pequenos grupos de empreendedores ou cooperativas e dessa forma continuar caminhando sozinhos após o curso. O professor diz que o interesse dos alunos pode levar o curso também para novos caminhos e ainda nesta edição será acrescentado às aulas um capítulo sobre os telhados verdes e jardins verticais.
“A participação em eventos desse porte faz parte do conteúdo programático, composto por aulas teóricas e práticas, que os alunos de jardinagem realizam durante todo o curso. As vivências permitem aos futuros profissionais do verde a oportunidade de adquirir experiências essenciais para a segunda etapa da formação dos jardineiros, que é a elaboração de projetos de empreendedorismo. Além disso, os aprendizes são capacitados para atuarem na produção de compostos orgânicos”, explicou Novais.
O programa, que já está na quarta edição, tem duração de um ano, sendo que os seis primeiros meses são de capacitação e incubação do empreendedorismo (com bolsa-auxílio) e os outros seis de acompanhamento e apoio ao empreendimento em formalização (sem bolsa), período em que os beneficiários terão apoio técnico e capacitação para fortalecer o empreendimento.
Parte do Programa Operação Trabalho, a ação atende pessoas com idade mínima de 18 anos, sem emprego há mais de quatro meses, sem Seguro Desemprego, cuja renda familiar seja de até meio salário mínimo (por pessoa), e seja residente no município de São Paulo há mais de um ano.
Prefeitura de SP
Alunos do Fábrica Verde participaram da 9ª Conferência Produção Mais Limpa, realizada no Memorial da América Latina. Os estudantes aproveitaram o evento para divulgar o trabalho, vender mudas de flores e folhagens e, principalmente, trocar experiências com outros empreendedores sociais sobre novos nichos de mercado abertos pela verticalização das cidades e a necessidade dos seres vivos de conviver e desfrutar de áreas verdes.
A verticalização das cidades é um processo urbanístico progressivo, que consiste na construção de edifícios monumentais, provocando o aumento do aquecimento global. Para os ambientalistas, os efeitos desse processo podem ser minimizados com o crescimento planejado ao lado de conceitos como prédios verdes e jardins verticais. Para tanto, já existem demandas de profissionais, mas falta mão-de-obra especializada.
Empregos
Para a gestora responsável pelo setor de expansão de rede da empresa Quadro Vivo, Cristina Figueiredo, é muito difícil encontrar jardineiros com experiência em paisagismo vertical. “A maior parte dos jardineiros só domina a técnica de jardinagem horizontal. Quando encontramos quem sabe o básico, fornecemos treinamento para o exercício desse trabalho de maneira diferenciada, incluindo a jardinagem aliada às técnicas de rapel”, explica Cristina.
O ambientalista, fundador da ONG Amigos das Árvores de São Paulo e mestre em Botânica na Universidade de São Paulo, Ricardo Henrique Cardim, cita a falta de qualificação dos jardineiros para explicar o não-preenchimento das vagas existentes no setor. “A tecnologia SkyGarden para telhados verdes e jardins elevados está no seu avançado solo, que reproduz em poucos centímetros a fertilidade de metros de terra, sendo conhecido no Japão como o solo dos sonhos, e pode ser vendida em sacos de 40 litros, práticos de serem instalados. A maior dificuldade é encontrar profissionais do verde especializados no plantio e na manutenção dos mais diversos tipos de plantas”, afirma Cardim.
Planos
Os irmãos Jane Duarte, 49 anos, e Adaljiro José Duarte, 55 anos, alunos do Programa Fábrica Verde, têm em comum a paixão pelo verde e meio ambiente e o fato de estarem desempregados. Os irmãos, juntamente com a amiga Maria Teresa Caeiro, formaram um grupo e estão organizando uma pequena loja de ervas e produtos medicinais. Durante a conferência, tomaram conhecimento de novos mercados, como os jardins verticais e os prédios verdes, e planejam aperfeiçoar conhecimentos sobre o tema.
“Sem muitas pretensões, fiquei sabendo do programa e resolvi fazer minha inscrição. Quando as aulas começaram, minha surpresa foi muito grande. Fiquei impressionada com a quantidade de informação e toda a parte prática. Então, eu e meu irmão, que sempre tivemos o hobby de cultivar plantas em casa, estamos nos organizando juntamente com outra amiga do curso para montar um negócio. Agora planejamos nos aperfeiçoar em paisagismo e aproveitar os novos mercados”, conta Jane.
O engenheiro-agrônomo Wagner Novais explica que a participação dos alunos em seminários, conferências, feiras e eventos serve de base para que possam buscar oportunidades de trabalho, apreender a organizar pequenos grupos de empreendedores ou cooperativas e dessa forma continuar caminhando sozinhos após o curso. O professor diz que o interesse dos alunos pode levar o curso também para novos caminhos e ainda nesta edição será acrescentado às aulas um capítulo sobre os telhados verdes e jardins verticais.
“A participação em eventos desse porte faz parte do conteúdo programático, composto por aulas teóricas e práticas, que os alunos de jardinagem realizam durante todo o curso. As vivências permitem aos futuros profissionais do verde a oportunidade de adquirir experiências essenciais para a segunda etapa da formação dos jardineiros, que é a elaboração de projetos de empreendedorismo. Além disso, os aprendizes são capacitados para atuarem na produção de compostos orgânicos”, explicou Novais.
O programa, que já está na quarta edição, tem duração de um ano, sendo que os seis primeiros meses são de capacitação e incubação do empreendedorismo (com bolsa-auxílio) e os outros seis de acompanhamento e apoio ao empreendimento em formalização (sem bolsa), período em que os beneficiários terão apoio técnico e capacitação para fortalecer o empreendimento.
Parte do Programa Operação Trabalho, a ação atende pessoas com idade mínima de 18 anos, sem emprego há mais de quatro meses, sem Seguro Desemprego, cuja renda familiar seja de até meio salário mínimo (por pessoa), e seja residente no município de São Paulo há mais de um ano.
Prefeitura de SP
Professor comenta sobre os efeitos das queimadas nas florestas
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1379464-7823-PROFESSOR+COMENTA+SOBRE+OS+EFIETOS+DAS+QUEIMADAS+NAS+FLORESTAS,00.html
Quinta-feira, 25/11/2010
Vento deposita cinzas com nutrientes em outras regiões. João Carlos Rodrigues Coelho é professor de cursinho em São Paulo.
Quinta-feira, 25/11/2010
Vento deposita cinzas com nutrientes em outras regiões. João Carlos Rodrigues Coelho é professor de cursinho em São Paulo.
domingo, 21 de novembro de 2010
COP-16
Fiesp e COP-16
Da mesma maneira que participou no ano passado da COP-15, a Fiesp participará da COP-16 neste ano, enviando uma delegação composta por diretores e técnicos. Cabe ressaltar que a Entidade participou de todas as reuniões pré-COP-15 ocorridas em Bonne Barcelona ao longo de 2009, assim como participou de todas as Pré-COP-16 ocorridas em Bonn e Tianjin. O acompanhamento das negociações internacionais sobre Mudança do Clima reflete o interesse da Fiesp em defender o meio ambiente e a indústria brasileira.
O que é COP (Conference of the Parts)?
É a Conferência das Partes, ou seja, dos países signatários da Convenção-Quadro. Representa o órgão supremo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A COP é realizada anualmente desde 1995, em um dos países participantes. As COPs realizadas foram:
Conferência de Berlim (COP-1) – realizada em 1995
Conferência de Genebra (COP-2) – realizado em 1996;
Conferência de Quioto (COP-3) – realizada em 1997.
Foi marcada pela adoção do Protocolo de Quioto, com metas de redução de emissões e mecanismos de flexibilização dessas metas. De modo geral, as metas são de 5,2% das emissões de 1990, porém alguns países assumiram compromissos maiores: Japão – 6%, União Européia – 8% e Estados Unidos, que acabaram não ratificando o acordo, 7%. A entrada em vigor do acordo estava vinculada à ratificação por no mínimo 55 países que somassem 55% das emissões globais de gases do efeito estufa, que aconteceu apenas em 16 de fevereiro de 2005, após vencida a relutância da Rússia. Os Estados Unidos se retiraram do acordo em 2001.
Conferência de Buenos Aires (COP-4) – realizada em 1998;
Conferência de Bonn (COP-5) – realizado em 1999;
Conferência de Haia (COP-6) – realizado no ano 2000;
Conferência de Marrakesh (COP-7) – realizada em 2001;
Conferência de Nova Delhi (COP-8) – realizada em 2002;
Conferência de Milão (COP-9) – realizado em 2003;
Conferência de Buenos Aires (COP-10) – realizada em 2004;
Conferência de Montreal (COP-11) – realizada em 2005;
Conferência de Nairobi (COP-12) – realizada em 2006,
Conferência de Bali (COP-13)– realizada em 2007
Conferência de Poznan (COP-14) – realizada em 2008;
Conferência de Copenhague (COP-15) – realizada em 2009. Com a expectativa da entrada de países em desenvolvimento no anexo I do Protocolo de Quito, ou seja, entre os países que assumiram metas obrigatórias de redução. Sua maior importância, no entanto, reside no fato de ter mobilizado o maior número de países até então, inclusive Estados Unidos e China.
Conferência de Cancun (COP-16) – será realizada entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, em Cancun, México.
Fonte: http://www.fiesp.com.br/arquivos/2010/informes/informe_ambiental_58.pdf
Da mesma maneira que participou no ano passado da COP-15, a Fiesp participará da COP-16 neste ano, enviando uma delegação composta por diretores e técnicos. Cabe ressaltar que a Entidade participou de todas as reuniões pré-COP-15 ocorridas em Bonne Barcelona ao longo de 2009, assim como participou de todas as Pré-COP-16 ocorridas em Bonn e Tianjin. O acompanhamento das negociações internacionais sobre Mudança do Clima reflete o interesse da Fiesp em defender o meio ambiente e a indústria brasileira.
O que é COP (Conference of the Parts)?
É a Conferência das Partes, ou seja, dos países signatários da Convenção-Quadro. Representa o órgão supremo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A COP é realizada anualmente desde 1995, em um dos países participantes. As COPs realizadas foram:
Conferência de Berlim (COP-1) – realizada em 1995
Conferência de Genebra (COP-2) – realizado em 1996;
Conferência de Quioto (COP-3) – realizada em 1997.
Foi marcada pela adoção do Protocolo de Quioto, com metas de redução de emissões e mecanismos de flexibilização dessas metas. De modo geral, as metas são de 5,2% das emissões de 1990, porém alguns países assumiram compromissos maiores: Japão – 6%, União Européia – 8% e Estados Unidos, que acabaram não ratificando o acordo, 7%. A entrada em vigor do acordo estava vinculada à ratificação por no mínimo 55 países que somassem 55% das emissões globais de gases do efeito estufa, que aconteceu apenas em 16 de fevereiro de 2005, após vencida a relutância da Rússia. Os Estados Unidos se retiraram do acordo em 2001.
Conferência de Buenos Aires (COP-4) – realizada em 1998;
Conferência de Bonn (COP-5) – realizado em 1999;
Conferência de Haia (COP-6) – realizado no ano 2000;
Conferência de Marrakesh (COP-7) – realizada em 2001;
Conferência de Nova Delhi (COP-8) – realizada em 2002;
Conferência de Milão (COP-9) – realizado em 2003;
Conferência de Buenos Aires (COP-10) – realizada em 2004;
Conferência de Montreal (COP-11) – realizada em 2005;
Conferência de Nairobi (COP-12) – realizada em 2006,
Conferência de Bali (COP-13)– realizada em 2007
Conferência de Poznan (COP-14) – realizada em 2008;
Conferência de Copenhague (COP-15) – realizada em 2009. Com a expectativa da entrada de países em desenvolvimento no anexo I do Protocolo de Quito, ou seja, entre os países que assumiram metas obrigatórias de redução. Sua maior importância, no entanto, reside no fato de ter mobilizado o maior número de países até então, inclusive Estados Unidos e China.
Conferência de Cancun (COP-16) – será realizada entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, em Cancun, México.
Fonte: http://www.fiesp.com.br/arquivos/2010/informes/informe_ambiental_58.pdf
Conselho Estadual de Mudanças Climáticas
Conselho Estadual de Mudanças Climáticas
Documento assinado pelo governador Alberto Goldman cria o Conselho Estadual de Mudanças Climáticas, que discutirá questões e medidas de controle e adaptação.
No dia 15 de outubro foi instalado, conforme previsto na Lei que cria a Política Estadual de Mudanças Climáticas (Lei 13.798/2009 e regulamentado pelo Decreto 55.947/2010), o Conselho Estadual de Mudanças Climáticas.
A cerimônia de criação foi realizada no Palácio dos Bandeirantes, com discursos do Governador Alberto Goldman, e do Secretário do Meio Ambiente, Pedro Ubiratan de Azevedo.
Estavam presentes na ocasião todos os Conselheiros nomeados, entre eles Nelson Pereira dos Reis (na foto abaixo), diretor titular do Departamento de Meio Ambiente da Fiesp, e representante desta entidade no Conselho. Foco do Conselho, a Política Estadual de Mudanças Climáticas abarca os principais temas ambientais, atrelando-os às políticas de recursos hídricos, de resíduos sólidos, e a própria política de desenvolvimento econômico, representando dessa forma um novo paradigma da gestão ambiental do Estado.
Nesse sentido, o novo Conselho tem suas atribuições estendidas a todos esses temas, ao mesmo tempo em que prevê, comparando-se aos outros Conselhos de meio ambiente, uma maior participação do setor produtivo (indústria, agricultura, comércio, transporte, energia, construção civil etc), determinante e fundamental para discussão da temática ambiental. Leia na página 2, quem faz parte do Conselho Estadual de Mudanças Climáticas.
Componentes do Conselho Estadual de Mudanças Climáticas
I - 14 (quatorze) representantes de órgãos e entidades governamentais, sendo:
a) Governador do Estado; b) o Secretário do Meio Ambiente; c) o Secretário de Desenvolvimento; d) o Secretário dos Transportes; e) o Secretário dos Transportes Metropolitanos; f) o Secretário de Agricultura e Abastecimento; g) o Secretário da Saúde; h) o Secretário da Fazenda; i) o Secretário de Economia e Planejamento; j) o Secretário de Saneamento e Energia; k) o Secretário da Cultura, em rodízio com o Secretário da Educação; l) o Procurador Geral do Estado; m) o Diretor Presidente da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb); n) o Diretor Presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo S.A.
II - 14 (quatorze) representantes municipais sendo:
a) o Prefeito do município sede da Região Metropolitana de São Paulo; b) o Prefeito do município sede da Região Metropolitana da Baixada Santista; c) o Prefeito do município sede da Região Metropolitana de Campinas; d) o Prefeito Municipal eleito por seus pares, no âmbito dos grupos especificados a seguir, por maioria simples de votos, por Comitê de Bacia Hidrográfica: 1. Alto Tietê; 2. Paraíba do Sul e Mantiqueira; 3. Litoral Norte e Baixada Santista; 4. Alto Paranapanema e Ribeira de Iguape; 5. Médio Paranapanema e Pontal do Paranapanema; 6. Aguapeí e Peixe e Baixo Tietê; 7. Tietê/Batalha e Tietê/Jacaré; 8. Turvo/Grande e São José dos Dourados; 9. Sapucaí/Grande e Baixo Pardo/Grande; 10. Pardo e Mogi-Guaçu; 11. Piracicaba/Capivari/Jundiaí e Tietê/Sorocaba. E a promoção da sinergia entre mudanças climáticas e biodiversidade, exercendo o papel de fórum paulista de mudanças Climáticas.
III - 14 (quatorze) representantes da sociedade civil, sendo:
a) 1 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); b) 1 da Federação das Empresas de Transporte de São Paulo; c) 1 da Federação do Comércio do Estado de São Paulo; d) 1 da Federação de Agricultura do Estado de São Paulo; e) 1 da União da Indústria de Cana-de-Açúcar; f) 1 de universidades públicas paulistas, com rodízio entre Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"; g) 1 da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; h) 1 da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres; i) 1 do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável; j) 1 de universidades privadas atuantes no âmbito do Estado de São Paulo; k) 3 de entidades ambientalistas, com atuação efetiva na defesa ou preservação do meio ambiente e no combate as mudanças climáticas; l) 1 de entidade da sociedade civil, com atuação efetiva na temática de padrões de produção e consumo.
Fonte: DMA – Departamento de Meio Ambiente
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Twitter: http://twitter.com/FiespAmbiental
Os empresários e as mudanças do clima: atitude protagonista em vez de defensiva
Dentro de algumas semanas, vai começar em Cancun, no México, a 16º.
Conferência das Partes sobre o Clima, a COP 16.
O evento não ganhou a mesma divulgação que a COP 15, mesmo assim está mobilizando, no mundo inteiro, governos, empresas e sociedade civil para o tema da aprovação de metas globais para a redução das emissões de carbono.
Aqui no Brasil, no âmbito dos negócios, empresas e entidades representativas também vêm se posicionando sobre a COP16, mais especificamente sobre aquele que deverá ser o tema central do encontro: a redução das emissões de carbono. De maneira geral, podemos notar que há, entre os empresários, duas posições mais evidentes: uma que entende a questão climática como uma oportunidade e busca, por meio de ações e propostas positivas, garantir competitividade e liderança no novo cenário que se delineia.
Outra que reconhece a extrema gravidade do problema e a urgência na adoção de medidas, mas alerta para o fato de que estas medidas podem se transformar em nova “guerra ambiental ” entre estados, atraindo ou afastando indústrias.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançou documento esta semana em que deixa clara esta preocupação. Para a entidade, a legislação paulista que torna obrigatória a redução de emissões de GEE em 20% , em relação a 2005, até 2020, feita de forma bem intencionada, pode se reverter contra os interesses paulistas, principalmente se outros estados adotarem leis menos severas em relação ao tema.
Quanto ao comércio internacional, os temores são de que emissões de carbono passem a se constituir em novas barreiras alfandegárias, não financeiras, mas igualmente danosas para as exportações.Estes argumentos trazem implícitas duas questões muito importantes e pouco discutidas até o momento, quando se fala em redução de carbono: a referência utilizada para o cálculo das emissões e a própria definição da meta de redução. No plano nacional, a legislação federal e as diversas leis estaduais de mudanças do clima apresentam metas estabelecidas a partir de referências diferentes. Por exemplo, no plano federal, a Política Nacional de Mudanças do Clima (PNMC – lei federal 12.114 / 09) estabelece reduções de emissões de GEE entre 36,1% e 38, 9% até 2020, baseada na projeção de emissões futuras. Já a legislação ambiental paulista define redução de 20% em relação às emissões de 2005.
É preciso haver entendimento entre todas as partes interessadas e harmonização em relação a metodologias e metas estipuladas para que os esforços realmente funcionem. Estes obstáculos precisam ser o estímulo para se buscar o avanço e o aperfeiçoamento do que já existe.As mudanças climáticas não são como os incentivos fiscais, seus efeitos não se restringirão às fronteiras geográficas de países ou estados. As decisões afetam a todos e exigem arrojo.
O empresariado brasileiro, principalmente o de São Paulo, precisa assumir a liderança deste processo de transformação, adotando compromissos voluntários de redução de carbono para, com isso, influenciar políticas públicas. Ao buscar o avanço e sair de um comportamento defensivo, o setor impulsionará a sociedade a fazer o mesmo. Esta atitude já vem sendo posta em prática por um grupo de empresas que, no ano passado, lançou a Carta Aberta ao Brasil sobre Mudanças Climáticas.
Nela, as empresas assumiram voluntariamente o compromisso de reduzir suas emissões e levaram ao governo federal a sugestão de que o país adotasse metas oficiais de redução de GEE, o que de fato ocorreu. Para ampliar a mobilização, as empresas constituíram o Fórum Clima – Ação Empresarial Sobre As Mudanças Climáticas e, um ano após lançamento da Carta, realizam um seminário de balanço de resultados e de discussão sobre as oportunidades de uma economia de baixo carbono. Uma das sugestões que farão aos representantes de governos presentes será, justamente, a de harmonizar métodos e metas de redução de emissões.. Com isso, as empresas poderão adotar planejamento estratégico que incentive a economia de baixo carbono, aumente a competitividade e contribua para uma sociedade mais sustentável e justa. Este seminário vai se realizar na segunda-feira, dia 22, das 9 às 13 horas, no Espaço Rosa Rosarum, rua Francisco Leitão, 416 – a reunião é aberta ao público.
Inscrições: Para fazer sua inscrição, clique aqui.
Fonte: http://institutoethos.blogspot.com/2010/11/os-empresarios-e-as-mudancas-do-clima.html
Conferência das Partes sobre o Clima, a COP 16.
O evento não ganhou a mesma divulgação que a COP 15, mesmo assim está mobilizando, no mundo inteiro, governos, empresas e sociedade civil para o tema da aprovação de metas globais para a redução das emissões de carbono.
Aqui no Brasil, no âmbito dos negócios, empresas e entidades representativas também vêm se posicionando sobre a COP16, mais especificamente sobre aquele que deverá ser o tema central do encontro: a redução das emissões de carbono. De maneira geral, podemos notar que há, entre os empresários, duas posições mais evidentes: uma que entende a questão climática como uma oportunidade e busca, por meio de ações e propostas positivas, garantir competitividade e liderança no novo cenário que se delineia.
Outra que reconhece a extrema gravidade do problema e a urgência na adoção de medidas, mas alerta para o fato de que estas medidas podem se transformar em nova “guerra ambiental ” entre estados, atraindo ou afastando indústrias.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançou documento esta semana em que deixa clara esta preocupação. Para a entidade, a legislação paulista que torna obrigatória a redução de emissões de GEE em 20% , em relação a 2005, até 2020, feita de forma bem intencionada, pode se reverter contra os interesses paulistas, principalmente se outros estados adotarem leis menos severas em relação ao tema.
Quanto ao comércio internacional, os temores são de que emissões de carbono passem a se constituir em novas barreiras alfandegárias, não financeiras, mas igualmente danosas para as exportações.Estes argumentos trazem implícitas duas questões muito importantes e pouco discutidas até o momento, quando se fala em redução de carbono: a referência utilizada para o cálculo das emissões e a própria definição da meta de redução. No plano nacional, a legislação federal e as diversas leis estaduais de mudanças do clima apresentam metas estabelecidas a partir de referências diferentes. Por exemplo, no plano federal, a Política Nacional de Mudanças do Clima (PNMC – lei federal 12.114 / 09) estabelece reduções de emissões de GEE entre 36,1% e 38, 9% até 2020, baseada na projeção de emissões futuras. Já a legislação ambiental paulista define redução de 20% em relação às emissões de 2005.
É preciso haver entendimento entre todas as partes interessadas e harmonização em relação a metodologias e metas estipuladas para que os esforços realmente funcionem. Estes obstáculos precisam ser o estímulo para se buscar o avanço e o aperfeiçoamento do que já existe.As mudanças climáticas não são como os incentivos fiscais, seus efeitos não se restringirão às fronteiras geográficas de países ou estados. As decisões afetam a todos e exigem arrojo.
O empresariado brasileiro, principalmente o de São Paulo, precisa assumir a liderança deste processo de transformação, adotando compromissos voluntários de redução de carbono para, com isso, influenciar políticas públicas. Ao buscar o avanço e sair de um comportamento defensivo, o setor impulsionará a sociedade a fazer o mesmo. Esta atitude já vem sendo posta em prática por um grupo de empresas que, no ano passado, lançou a Carta Aberta ao Brasil sobre Mudanças Climáticas.
Nela, as empresas assumiram voluntariamente o compromisso de reduzir suas emissões e levaram ao governo federal a sugestão de que o país adotasse metas oficiais de redução de GEE, o que de fato ocorreu. Para ampliar a mobilização, as empresas constituíram o Fórum Clima – Ação Empresarial Sobre As Mudanças Climáticas e, um ano após lançamento da Carta, realizam um seminário de balanço de resultados e de discussão sobre as oportunidades de uma economia de baixo carbono. Uma das sugestões que farão aos representantes de governos presentes será, justamente, a de harmonizar métodos e metas de redução de emissões.. Com isso, as empresas poderão adotar planejamento estratégico que incentive a economia de baixo carbono, aumente a competitividade e contribua para uma sociedade mais sustentável e justa. Este seminário vai se realizar na segunda-feira, dia 22, das 9 às 13 horas, no Espaço Rosa Rosarum, rua Francisco Leitão, 416 – a reunião é aberta ao público.
Inscrições: Para fazer sua inscrição, clique aqui.
Fonte: http://institutoethos.blogspot.com/2010/11/os-empresarios-e-as-mudancas-do-clima.html
sábado, 20 de novembro de 2010
Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo
Consulta Pública dos Relatórios de Referência para o Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo
Início da Consulta: 22 de outubro de 2010
A CETESB/SMA anuncia o processo de consulta pública do 1º Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo.
Elaborado por uma rede composta por instituições especializadas nos setores inventariados, diversos especialistas e coordenado pela CETESB/SMA, o Inventário Estadual é resultado de uma iniciativa inédita no Brasil de elaboração de um amplo e detalhado diagnóstico das emissões de gases de efeito estufa do Estado de São Paulo no período 1990-2008.Instituído pela Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC - Lei Estadual nº 13.798/2009) e regulamentado pelo Decreto 55.947/2010, o Inventário Estadual foi desenvolvido com apoio da Embaixada Britânica no âmbito do Projeto “Apoio à Política Climática do Estado de São Paulo”, desenvolvido sob a responsabilidade do Programa de Mudanças Climáticas do Estado de São Paulo – PROCLIMA da CETESB. O Decreto 55.947 prevê a realização de consulta pública e a apreciação dos documentos pelo Comitê Gestor de Mudanças Climáticas. De acordo com decisão tomada pelo Comitê Gestor, após a finalização da consulta pública, o inventário deverá ser apreciado pela instância, antes de ser divulgado oficialmente.O documento adota o mesmo método recomendado pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) para a elaboração de inventários nacionais, com adaptações para adequá-lo às condições objetivas de um governo estadual.
Ainda assim, buscou-se seguir fielmente as diretrizes gerais do método, visando à elaboração de um documento cujos resultados sejam comparáveis àqueles obtidos pelos Inventários Brasileiros de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa. Seguindo a classificação utilizada pelo IPCC, o Inventário foi classificado em cinco grandes setores, de acordo com a origem das emissões: energia; processos industriais; uso da terra, mudança no uso da terra e florestas; agropecuária e resíduos.Após aproximadamente três anos de atividades, os Relatórios de Referência do Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo se encontram disponíveis para consulta pública. Estes relatórios apresentam o método empregado nas estimativas de cada setor, as premissas, os dados utilizados e sintetizam os resultados obtidos nos trabalhos desenvolvidos pelas instituições parceiras.
Estes documentos, em conformidade com o Artigo 16 do Decreto Estadual nº 55.947, ficarão abertos à consulta pública até novembro.Espera-se com isso que especialistas no tema contribuam com correções, críticas, observações pertinentes e sugestões de aprimoramento, que serão recebidas pela coordenação do projeto, analisadas e incorporadas aos trabalhos finais com vistas à obtenção de um documento final de boa qualidade e transparente que oriente corretamente as ações políticas e técnicas conduzidas para os fins da Política Climática de São Paulo.Os interessados em contribuir com o processo de consulta pública do Inventário Estadual deverão preencher os formulários disponíveis abaixo juntamente com os relatórios, identificando o autor da contribuição, a qual relatório o formulário se refere, qual parte do texto está sendo comentado, o texto alternativo sugerido e possíveis comentários. Os autores das sugestões e correções incorporadas nos relatórios serão reconhecidos nos créditos do documento final. Os formulários deverão ser preenchidos e enviados para tdsc@cetesbnet.sp.gov.br.
Início da Consulta: 22 de outubro de 2010
A CETESB/SMA anuncia o processo de consulta pública do 1º Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo.
Elaborado por uma rede composta por instituições especializadas nos setores inventariados, diversos especialistas e coordenado pela CETESB/SMA, o Inventário Estadual é resultado de uma iniciativa inédita no Brasil de elaboração de um amplo e detalhado diagnóstico das emissões de gases de efeito estufa do Estado de São Paulo no período 1990-2008.Instituído pela Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC - Lei Estadual nº 13.798/2009) e regulamentado pelo Decreto 55.947/2010, o Inventário Estadual foi desenvolvido com apoio da Embaixada Britânica no âmbito do Projeto “Apoio à Política Climática do Estado de São Paulo”, desenvolvido sob a responsabilidade do Programa de Mudanças Climáticas do Estado de São Paulo – PROCLIMA da CETESB. O Decreto 55.947 prevê a realização de consulta pública e a apreciação dos documentos pelo Comitê Gestor de Mudanças Climáticas. De acordo com decisão tomada pelo Comitê Gestor, após a finalização da consulta pública, o inventário deverá ser apreciado pela instância, antes de ser divulgado oficialmente.O documento adota o mesmo método recomendado pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) para a elaboração de inventários nacionais, com adaptações para adequá-lo às condições objetivas de um governo estadual.
Ainda assim, buscou-se seguir fielmente as diretrizes gerais do método, visando à elaboração de um documento cujos resultados sejam comparáveis àqueles obtidos pelos Inventários Brasileiros de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa. Seguindo a classificação utilizada pelo IPCC, o Inventário foi classificado em cinco grandes setores, de acordo com a origem das emissões: energia; processos industriais; uso da terra, mudança no uso da terra e florestas; agropecuária e resíduos.Após aproximadamente três anos de atividades, os Relatórios de Referência do Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo se encontram disponíveis para consulta pública. Estes relatórios apresentam o método empregado nas estimativas de cada setor, as premissas, os dados utilizados e sintetizam os resultados obtidos nos trabalhos desenvolvidos pelas instituições parceiras.
Estes documentos, em conformidade com o Artigo 16 do Decreto Estadual nº 55.947, ficarão abertos à consulta pública até novembro.Espera-se com isso que especialistas no tema contribuam com correções, críticas, observações pertinentes e sugestões de aprimoramento, que serão recebidas pela coordenação do projeto, analisadas e incorporadas aos trabalhos finais com vistas à obtenção de um documento final de boa qualidade e transparente que oriente corretamente as ações políticas e técnicas conduzidas para os fins da Política Climática de São Paulo.Os interessados em contribuir com o processo de consulta pública do Inventário Estadual deverão preencher os formulários disponíveis abaixo juntamente com os relatórios, identificando o autor da contribuição, a qual relatório o formulário se refere, qual parte do texto está sendo comentado, o texto alternativo sugerido e possíveis comentários. Os autores das sugestões e correções incorporadas nos relatórios serão reconhecidos nos créditos do documento final. Os formulários deverão ser preenchidos e enviados para tdsc@cetesbnet.sp.gov.br.
Download da minuta do decreto que regulamenta a Lei Estadual de Mudanças Climáticas: www.ambiente.sp.gov.br/pdf/minutaclimatica.pdf
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Nathalia Cardoso Pinho explica os resíduos sólidos
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1303185-7823-NATHALIA+CARDOSO+PINHO+EXPLICA+OS+RESIDUOS+SOLIDOS,00.html
A classificação dos resíduos sólidos é feita pela origem ou pela finalidade. Quanto a origem, o lixo pode ser urbano, industrial, hospitalar ou rural.
A classificação dos resíduos sólidos é feita pela origem ou pela finalidade. Quanto a origem, o lixo pode ser urbano, industrial, hospitalar ou rural.
.Miriam Leitão fala sobre a lei de resíduos sólidos
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1377236-7823-MIRIAM+LEITAO+FALA+SOBRE+A+LEI+DE+RESIDUOS+SOLIDOS,00.html
Quinta-feira, 18/11/2010
Ela explica que a lei obriga produtores, distribuidores e importadores a se responsabilizar por todo o ciclo do produto. Segundo ela, vai se criar uma economia à parte.
Lei dos Resíduos Sólidos cria economia da logística reversa
O cidadão tem papel importante, mas, agora, uma nova lei obriga as empresas a darem um fim correto aos produtos. É a Lei dos Resíduos Sólidos. Depois de 21 anos tramitando no Congresso, ela foi aprovada este ano. Foi promulgada e está em vigor.
Essa lei obriga produtores, distribuidores e importadores a se responsabilizar por todo ciclo do seu produto: eletrodomésticos, lâmpada, embalagens, pilhas, celulares, baterias. Eles terão que se responsabilizar por voltar esse produto, separar e dar um destino final.
Qual é a vantagem disso? Além da limpeza do planeta, vai se criar uma economia a parte, uma economia que eles chamam de economia da logística reversa. Ou seja, empresas vão se especializar e já estão se especializando, vão contratar pessoas, gerar renda e emprego para fazer esse trabalho de pegar o produto, separar, distribuir e dar um destino final.
Bom dia SP
Quinta-feira, 18/11/2010
Ela explica que a lei obriga produtores, distribuidores e importadores a se responsabilizar por todo o ciclo do produto. Segundo ela, vai se criar uma economia à parte.
Lei dos Resíduos Sólidos cria economia da logística reversa
O cidadão tem papel importante, mas, agora, uma nova lei obriga as empresas a darem um fim correto aos produtos. É a Lei dos Resíduos Sólidos. Depois de 21 anos tramitando no Congresso, ela foi aprovada este ano. Foi promulgada e está em vigor.
Essa lei obriga produtores, distribuidores e importadores a se responsabilizar por todo ciclo do seu produto: eletrodomésticos, lâmpada, embalagens, pilhas, celulares, baterias. Eles terão que se responsabilizar por voltar esse produto, separar e dar um destino final.
Qual é a vantagem disso? Além da limpeza do planeta, vai se criar uma economia a parte, uma economia que eles chamam de economia da logística reversa. Ou seja, empresas vão se especializar e já estão se especializando, vão contratar pessoas, gerar renda e emprego para fazer esse trabalho de pegar o produto, separar, distribuir e dar um destino final.
Bom dia SP
Guardião do flutuador fala sobre experiência de monitorar o Rio Tietê
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1115878-7823-GUARDIAO+DO+FLUTUADOR+FALA+SOBRE+EXPERIENCIA+DE+MONITORAR+O+RIO+TIETE,00.html
Dan Robson já participou de várias aventuras pelo país. Agora, ele é o guardião do flutuador e acompanha o equipamento num caiaque pelo Rio Tietê.
Dan Robson já participou de várias aventuras pelo país. Agora, ele é o guardião do flutuador e acompanha o equipamento num caiaque pelo Rio Tietê.
Água da represa Billings é boa onde não há casas por perto
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1376249-7823-AGUA+DA+REPRESA+BILLINGS+E+BOA+ONDE+NAO+HA+CASAS+POR+PERTO,00.html
Medições apontam bom nível de oxigênio na Represa Billings
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1376651-7823-MEDICOES+APONTAM+BOM+NIVEL+DE+OXIGENIO+NA+REPRESA+BILLINGS,00.html
Nova expedição do flutuador vai durar mais de dois meses
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1375634-7823-NOVA+EXPEDICAO+DO+FLUTUADOR+VAI+DURAR+MAIS+DE+DOIS+MESES,00.html
Flutuador investiga a situação dos reservatórios de água
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1374477-7823-FLUTUADOR+INVESTIGA+A+SITUACAO+DOS+RESERVATORIOS+DE+AGUA,00.html
Flutuador investiga a situação dos reservatórios de água
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1374477-7823-FLUTUADOR+INVESTIGA+A+SITUACAO+DOS+RESERVATORIOS+DE+AGUA,00.html
Flutuador percorre principais represas de São Paulo
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1375948-7823-FLUTUADOR+PERCORRE+PRINCIPAIS+REPRESAS+DE+SAO+PAULO,00.html
Terça-feira, 16/11/2010
O flutuador é um equipamento que será usado para medir o nível de oxigênio nas represas que abastecem a Grande São Paulo. É a água tratada para chegar nas casas dos paulistanos.
Terça-feira, 16/11/2010
O flutuador é um equipamento que será usado para medir o nível de oxigênio nas represas que abastecem a Grande São Paulo. É a água tratada para chegar nas casas dos paulistanos.
Flutuador volta às águas da Represa Billings depois de temporal
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1376496-7823-FLUTUADOR+VOLTA+AS+AGUAS+DA+REPRESA+BILLINGS+DEPOIS+DE+TEMPORAL,00.html
Quarta-feira, 17/11/2010
Na terça-feira (16), a chuva atrapalhou, mas a expedição conseguiu seguir o planejamento. Foram mais 12 quilômetros percorridos e uma agradável surpresa: a qualidade da água.
Quarta-feira, 17/11/2010
Na terça-feira (16), a chuva atrapalhou, mas a expedição conseguiu seguir o planejamento. Foram mais 12 quilômetros percorridos e uma agradável surpresa: a qualidade da água.
Flutuador registra o primeiro nível ruim de oxigênio na Billings
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1375868-7823-FLUTUADOR+NAVEGA+NA+REPRESA+BILLINGS,00.htmlEquipamento está em seu segundo dia de expedição.
Ele mede a qualidade na água da represa de SP.
Do G1 SP
imprimir Em seu segundo dia de expedição na Represa Billings, na Zona Sul de São Paulo, o flutuador passou nesta quarta-feira (17) por áreas mais povoadas e registrou o primeiro nível ruim de oxigênio longe das margens cobertas de verde. Onde há mais moradia há menos oxigênio na água.
Para registrar a passagem do equipamento, algumas pessoas tiraram fotos. Orlando levou o filho à margem da represa para ver o flutuador. Cauã não gosta de chegar muito perto dessa água por causa da qualidade dela e diz que, em vez de peixe, ali há micróbios.
saiba mais
Expedição do flutuador na Represa Billings deve durar 34 diasConheça os equipamentos que formam o flutuadorE olha que ele só conhece a melhor parte da Billings - o braço do Rio Grande, de onde sai a água usada para o abastecimento de um 1,6 milhão de pessoas que moram no ABC. Neste segundo dia da expedição pelo reservatório, sem chuva, o ritmo foi melhor: 12,4 km em oito horas.
A média nos quatro pontos analisados pela manhã foi boa: 6,5. À tarde, o ponto com maior nível de oxigênio na água foi de 8,1. Mais para frente, em uma área ocupada pelo homem, o alerta: 3,4, nível considerado ruim.
“A diferença de ontem (terça) para hoje (quarta) é que o número de residências aumentou consideravelmente. Você vê que a poluição começa a aparecer um pouquinho”, disse Dan Robson, guardião do flutuador.
Para garantir a qualidade da água, a vegetação ao redor da represa precisa ser mantida. Mas não é esse o cenário da maior parte das margens da Billings. Um levantamento da ONG SOS Mata Atlântica mostra que menos da metade da mata esta preservada em torno da represa.
Ele mede a qualidade na água da represa de SP.
Do G1 SP
imprimir Em seu segundo dia de expedição na Represa Billings, na Zona Sul de São Paulo, o flutuador passou nesta quarta-feira (17) por áreas mais povoadas e registrou o primeiro nível ruim de oxigênio longe das margens cobertas de verde. Onde há mais moradia há menos oxigênio na água.
Para registrar a passagem do equipamento, algumas pessoas tiraram fotos. Orlando levou o filho à margem da represa para ver o flutuador. Cauã não gosta de chegar muito perto dessa água por causa da qualidade dela e diz que, em vez de peixe, ali há micróbios.
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Expedição do flutuador na Represa Billings deve durar 34 diasConheça os equipamentos que formam o flutuadorE olha que ele só conhece a melhor parte da Billings - o braço do Rio Grande, de onde sai a água usada para o abastecimento de um 1,6 milhão de pessoas que moram no ABC. Neste segundo dia da expedição pelo reservatório, sem chuva, o ritmo foi melhor: 12,4 km em oito horas.
A média nos quatro pontos analisados pela manhã foi boa: 6,5. À tarde, o ponto com maior nível de oxigênio na água foi de 8,1. Mais para frente, em uma área ocupada pelo homem, o alerta: 3,4, nível considerado ruim.
“A diferença de ontem (terça) para hoje (quarta) é que o número de residências aumentou consideravelmente. Você vê que a poluição começa a aparecer um pouquinho”, disse Dan Robson, guardião do flutuador.
Para garantir a qualidade da água, a vegetação ao redor da represa precisa ser mantida. Mas não é esse o cenário da maior parte das margens da Billings. Um levantamento da ONG SOS Mata Atlântica mostra que menos da metade da mata esta preservada em torno da represa.
Flutuador dá início a terceiro dia de expedição em Ribeirão Pires
Equipamento foi lançado na manhã desta quinta, na Represa Billings.
Concentração de oxigênio na água era de 6,1 mg/l no início desta manhã.
Do G1 SP
imprimir No início do terceiro dia da expedição do flutuador, em Ribeirão Pires, no ABC, a concentração de oxigênio na água da Represa Billings, às 6h58 desta quinta-feira (18), era de 6,1 mg/l, o que é considerado bom. O aparelho desenvolvido pela TV Globo e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) já passou pelos municípios de São Bernardo do Campo e Santo André, também no ABC.
No trajeto desta quinta, que deverá ter entre nove e dez quilômetros de extensão, o flutuador irá percorrer uma região onde há ocupação humana é mais intensa.
saiba mais
Flutuador registra o primeiro nível ruim de oxigênio na BillingsVeja a qualidade da água nas represas de SP medida pelo flutuadorDurante esta quarta-feira (17), o flutuador iniciou a passagem por áreas mais povoadas e registrou o primeiro nível ruim de oxigênio longe das margens cobertas de verde. Onde há mais moradia há menos oxigênio na água. A média nos quatro pontos analisados pela manhã foi boa: 6,5 mg/l. À tarde, o ponto com maior nível de oxigênio na água foi de 8,1. Mais para frente, em uma área ocupada pelo homem, o alerta: 3,4 mg/l, nível considerado ruim.
Globo.com
Concentração de oxigênio na água era de 6,1 mg/l no início desta manhã.
Do G1 SP
imprimir No início do terceiro dia da expedição do flutuador, em Ribeirão Pires, no ABC, a concentração de oxigênio na água da Represa Billings, às 6h58 desta quinta-feira (18), era de 6,1 mg/l, o que é considerado bom. O aparelho desenvolvido pela TV Globo e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) já passou pelos municípios de São Bernardo do Campo e Santo André, também no ABC.
No trajeto desta quinta, que deverá ter entre nove e dez quilômetros de extensão, o flutuador irá percorrer uma região onde há ocupação humana é mais intensa.
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Flutuador registra o primeiro nível ruim de oxigênio na BillingsVeja a qualidade da água nas represas de SP medida pelo flutuadorDurante esta quarta-feira (17), o flutuador iniciou a passagem por áreas mais povoadas e registrou o primeiro nível ruim de oxigênio longe das margens cobertas de verde. Onde há mais moradia há menos oxigênio na água. A média nos quatro pontos analisados pela manhã foi boa: 6,5 mg/l. À tarde, o ponto com maior nível de oxigênio na água foi de 8,1. Mais para frente, em uma área ocupada pelo homem, o alerta: 3,4 mg/l, nível considerado ruim.
Globo.com
sábado, 30 de outubro de 2010
São Paulo é destaque em Convenção de Biodiversidade no Japão
Criação de novas unidades de conservação repercutiu positivamente na Conferência das Partes
O pioneirismo do Estado de São Paulo na agenda de áreas protegidas foi reconhecido durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica - COP10, em Nagoya, no Japão. A aprovação das minutas dos decretos que criam o Parque Estadual da Restinga de Bertioga e o Monumento Natural da Pedra do Baú repercutiu positivamente entre representantes de diversas Organizações Não Governamentais - ONGs, que parabenizaram a iniciativa paulista.
O reconhecimento veio em forma de convite para aderir ao programa "Embaixadores da Floresta", lançado pelo WWF mundial, com o objetivo de unir esforços contra o desmatamento em todo o planeta. O secretário estadual do meio ambiente, Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo, que está acompanhando as discussões em Nagoya, prontamente aderiu à iniciativa da ONG.
O secretário, que é co-presidente para o hemisfério sul da Rede de Governos Regionais para o Desenvolvimento - nrg4SD, se encontrou com o prefeito de Malmo, na Suécia, Ilmar Reepalu, que também é o presidente do Committe os the Regions - CoR da União Européia, para iniciar entendimentos, entre as duas entidades que congregam governos regionais e locais, relacionados à agenda ambiental.
Durante o encontro, os dois presidentes manifestaram a intenção de firmar um protocolo entre as duas organizações, especialmente após a aprovação do Plano de Ação, um dos primeiros documentos a obter consenso na COP10. O plano teve grande impulso no encontro de Cidades e Biodiversidade, realizado em Curitiba em janeiro de 2010, e foi reforçado por São Paulo na qualidade de co-presidente do hemisfério sul da nrg4SD. Este esforço foi reconhecido pela organização da COP10, por ocasião do encontro entre o secretario Pedro Ubiratan e o representante do secretariado da Convenção de Diversidade Biológica - CDB, Oliver Hillel, na tarde desta quarta-feira, 27.10.
Economia Verde
A convite de Pavan Sukhdev, líder da iniciativa Economia Verde e do estudo The Economic of Ecossystems and Biodiversity - TEEB, o secretário Pedro Ubiratan apresentou as iniciativas de pagamentos por serviços ambientais, com destaque para o projeto Mina D'Água, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente - SMA, que remunera produtores rurais que conservam as nascentes localizadas em suas propriedades.
A apresentação ocorreu na última segunda-feira, 25.10, no centro de convenções da COP10, onde foi promovido o painel sobre estudos de caso de TEEB e ações locais. A posição de vanguarda do Governo de São Paulo, especialmente no que tange a integração da agenda da economia verde com a legislação de mudanças climáticas, foi reconhecida durante o painel, que foi presidido por Yolanda Kakabadse, presidente mundial do WWF.
Fonte: Governo do Estado de SP
O pioneirismo do Estado de São Paulo na agenda de áreas protegidas foi reconhecido durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica - COP10, em Nagoya, no Japão. A aprovação das minutas dos decretos que criam o Parque Estadual da Restinga de Bertioga e o Monumento Natural da Pedra do Baú repercutiu positivamente entre representantes de diversas Organizações Não Governamentais - ONGs, que parabenizaram a iniciativa paulista.
O reconhecimento veio em forma de convite para aderir ao programa "Embaixadores da Floresta", lançado pelo WWF mundial, com o objetivo de unir esforços contra o desmatamento em todo o planeta. O secretário estadual do meio ambiente, Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo, que está acompanhando as discussões em Nagoya, prontamente aderiu à iniciativa da ONG.
O secretário, que é co-presidente para o hemisfério sul da Rede de Governos Regionais para o Desenvolvimento - nrg4SD, se encontrou com o prefeito de Malmo, na Suécia, Ilmar Reepalu, que também é o presidente do Committe os the Regions - CoR da União Européia, para iniciar entendimentos, entre as duas entidades que congregam governos regionais e locais, relacionados à agenda ambiental.
Durante o encontro, os dois presidentes manifestaram a intenção de firmar um protocolo entre as duas organizações, especialmente após a aprovação do Plano de Ação, um dos primeiros documentos a obter consenso na COP10. O plano teve grande impulso no encontro de Cidades e Biodiversidade, realizado em Curitiba em janeiro de 2010, e foi reforçado por São Paulo na qualidade de co-presidente do hemisfério sul da nrg4SD. Este esforço foi reconhecido pela organização da COP10, por ocasião do encontro entre o secretario Pedro Ubiratan e o representante do secretariado da Convenção de Diversidade Biológica - CDB, Oliver Hillel, na tarde desta quarta-feira, 27.10.
Economia Verde
A convite de Pavan Sukhdev, líder da iniciativa Economia Verde e do estudo The Economic of Ecossystems and Biodiversity - TEEB, o secretário Pedro Ubiratan apresentou as iniciativas de pagamentos por serviços ambientais, com destaque para o projeto Mina D'Água, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente - SMA, que remunera produtores rurais que conservam as nascentes localizadas em suas propriedades.
A apresentação ocorreu na última segunda-feira, 25.10, no centro de convenções da COP10, onde foi promovido o painel sobre estudos de caso de TEEB e ações locais. A posição de vanguarda do Governo de São Paulo, especialmente no que tange a integração da agenda da economia verde com a legislação de mudanças climáticas, foi reconhecida durante o painel, que foi presidido por Yolanda Kakabadse, presidente mundial do WWF.
Fonte: Governo do Estado de SP
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Pesquisa constata redução dos manguezais no litoral sul de São Paulo
Daniel Mello - 28/10/2010 - Agência Brasil
Share2 Pesquisa realizada com base na análise de imagens de satélite constatou uma diminuição das áreas ocupadas por manguezais na região de Iguape, no litoral sul paulista. O estudo, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e realizado em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), constatou que algumas áreas têm sofrido intensa redução com a formação de grandes clareiras.
O litoral sul é a parte do estado de São Paulo com as maiores áreas de mangue preservadas. Entretanto, a entrada de água doce pelo canal do Valo Grande está “alterando a dinâmica do manguezal”, explica a bióloga Marília Cunha Lignon, responsável pelo trabalho. “Espécies invasoras têm substituído os bosques de mangue”, diz a especialista.
A fauna aquática também tem sofrido com a infiltração de água nessas regiões. “Essa água doce faz com que uma série de peixes de água salobra tenham morrido nessa região”, relata a pesquisadora. Além disso, de acordo com Marília, a falta dos mangues é um fator que dificulta a reprodução de diversas espécies, tanto de invertebrados, quanto de peixes, que procriam nessas áreas.
Ela lembra que os mangues exercem uma função relevante de proteção da costa e têm importância crescente com as mudanças climáticas e o provável aumento do nível do mar.
O diretor da Divisão Municipal de Meio Ambiente de Iguape, André Shibud Gimenez, disse que já se verifica uma morte “perene e constante” dos manguezais e do plâncton em uma faixa de mais de 50 quilômetros. “Em Ilha Comprida, por exemplo, a comunidade caiçara de Juruvauva, que sobrevive da pesca e do cultivo de ostras, está em sérias dificuldades. O peixe se afastou e as ostras morreram por falta de salinidade”, contou.
Para conter esse processo, a prefeitura defende a recomposição das comportas do Valo Grande. Marília Lingnon conta que o canal foi construído há cerca de 150 anos para facilitar o transporte do arroz que era produzido na região. O cereal era levado das margens do Rio Ribeira até o Porto de Iguape, que antes da construção do terminal em Santos, tinha grande importância para a economia local. Com o tempo, a força das águas alargou o canal dos quatro metros originais, para os 40 metros atuais.
O controle da vazão por meio das comportas, no entanto, pode trazer prejuízos às plantações de banana de algumas comunidades quilombolas, alerta Marília. “Não é uma questão fácil”, ressalta.
Porém, a administração municipal acredita que a repercussão social do declínio do turismo e da pesca é maior do que os possíveis problemas com a agricultura. “A quase extinção da fauna marinha do Mar Pequeno provoca muito mais preocupação do que a possibilidade de inundação em alguma área de monocultura da banana”, destacou a prefeitura por nota. Segundo o comunicado, a obra já foi requisitada para o governo do estado.
A bióloga informou que os dados que constatam a diminuição dos manguezais são apenas os primeiros resultados da pesquisa, que foi iniciada em julho e que deve ser finalizada em dois ou três anos.
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/pesquisa-constata-reducao-manguezais-litoral-sul-sao-paulo-606102.shtml
Fonte:
Share2 Pesquisa realizada com base na análise de imagens de satélite constatou uma diminuição das áreas ocupadas por manguezais na região de Iguape, no litoral sul paulista. O estudo, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e realizado em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), constatou que algumas áreas têm sofrido intensa redução com a formação de grandes clareiras.
O litoral sul é a parte do estado de São Paulo com as maiores áreas de mangue preservadas. Entretanto, a entrada de água doce pelo canal do Valo Grande está “alterando a dinâmica do manguezal”, explica a bióloga Marília Cunha Lignon, responsável pelo trabalho. “Espécies invasoras têm substituído os bosques de mangue”, diz a especialista.
A fauna aquática também tem sofrido com a infiltração de água nessas regiões. “Essa água doce faz com que uma série de peixes de água salobra tenham morrido nessa região”, relata a pesquisadora. Além disso, de acordo com Marília, a falta dos mangues é um fator que dificulta a reprodução de diversas espécies, tanto de invertebrados, quanto de peixes, que procriam nessas áreas.
Ela lembra que os mangues exercem uma função relevante de proteção da costa e têm importância crescente com as mudanças climáticas e o provável aumento do nível do mar.
O diretor da Divisão Municipal de Meio Ambiente de Iguape, André Shibud Gimenez, disse que já se verifica uma morte “perene e constante” dos manguezais e do plâncton em uma faixa de mais de 50 quilômetros. “Em Ilha Comprida, por exemplo, a comunidade caiçara de Juruvauva, que sobrevive da pesca e do cultivo de ostras, está em sérias dificuldades. O peixe se afastou e as ostras morreram por falta de salinidade”, contou.
Para conter esse processo, a prefeitura defende a recomposição das comportas do Valo Grande. Marília Lingnon conta que o canal foi construído há cerca de 150 anos para facilitar o transporte do arroz que era produzido na região. O cereal era levado das margens do Rio Ribeira até o Porto de Iguape, que antes da construção do terminal em Santos, tinha grande importância para a economia local. Com o tempo, a força das águas alargou o canal dos quatro metros originais, para os 40 metros atuais.
O controle da vazão por meio das comportas, no entanto, pode trazer prejuízos às plantações de banana de algumas comunidades quilombolas, alerta Marília. “Não é uma questão fácil”, ressalta.
Porém, a administração municipal acredita que a repercussão social do declínio do turismo e da pesca é maior do que os possíveis problemas com a agricultura. “A quase extinção da fauna marinha do Mar Pequeno provoca muito mais preocupação do que a possibilidade de inundação em alguma área de monocultura da banana”, destacou a prefeitura por nota. Segundo o comunicado, a obra já foi requisitada para o governo do estado.
A bióloga informou que os dados que constatam a diminuição dos manguezais são apenas os primeiros resultados da pesquisa, que foi iniciada em julho e que deve ser finalizada em dois ou três anos.
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/pesquisa-constata-reducao-manguezais-litoral-sul-sao-paulo-606102.shtml
Fonte:
Prefeitura de SP já tem mais de 5 mil árvores mapeadas
Projeto está analisando saúde das árvores para evitar acidentes.
Quando necessário, elas são retiradas, mas haverá replantio.
imprimir A Prefeitura de São Paulo já cadastrou cerca de 5,2 mil árvores em 80 ruas da cidade dentro do programa Identidade Verde, que visa mapear a situação das árvores no município. Técnicos estão percorrendo as vias para diagnosticar a saúde das árvores e decidir sobre as intervenções necessárias.
“São analisados quase 70 itens - desde situação em que se encontra em relação à calçada, interferência na sinalização, poste, rede elétrica e condições de fitosanidade também, tronco, copa, raízes, diagnóstico completo”, explicou a coordenadora de áreas verdes, Cintia Guimarães Bianchi. “Você passa numa árvore, vê que necessita de intervenção, interferência, uma poda. Ou até mesmo que apresente risco e precise de remoção você faz, executa serviço prevenindo qualquer fatalidade. Todas serão substituídas. Pode ser que algumas não sejam no mesmo local, mas haverá acréscimo de árvores de quase 50%.”
O projeto está mais adiantado no distrito da Lapa, entre as avenidas Sumaré e Turiassu e as ruas Diana e Piracuama. Em Perdizes, árvores que antes estavam coladas a muros e levantando a calçada foram cortadas rente ao chão.
A prefeitura abriu espaços e colocou grama junto às arvores já analisadas. São dois metros quadrados para as menores e três para as maiores.Algumas foram literalmente libertadas de um quadradinho impossível e ganharam três vezes mais respiro.
Árvores maltratadas, deformadas e plantadas no lugar errado ficam doentes com mais facilidade. Há uma semana, uma gigantesca Tipuana caiu sobre um carro no Morumbi. A árvore nativa da Bolívia é de grande porte e tem madeira frágil, muito suscetível a cupins. Quando o tronco ficou exposto se viu q estava oco por dentro. Um enorme susto que podia ter sido evitado com prevenção e diagnóstico.
Tipuanas são muito comuns na cidade desde o plantio em massa há 60 anos, na época do início dos loteamentos. Mas a maioria está deformada por podas malfeitas.
Mas há raros casos em que os síndicos já preveem um espaço correto e permeável para o paisagismo. E casos em que o serviço é feito particularmente, quando há demora do poder público em fazer o replantio.
O levantamento deve ser intensificado nos bairros de Freguesia do Ó, Vila Prudente, Cidade Tiradentes e Santana. “Continuamos fazendo levantamento - é trabalho contínuo, termina uma rua, passa para outra e assim sucessivamente até cobrir toda a subprefeitura”, explicou Cintia.
FONTE: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/10/prefeitura-de-sp-ja-tem-mais-de-5-mil-arvores-mapeadas.html
Quando necessário, elas são retiradas, mas haverá replantio.
imprimir A Prefeitura de São Paulo já cadastrou cerca de 5,2 mil árvores em 80 ruas da cidade dentro do programa Identidade Verde, que visa mapear a situação das árvores no município. Técnicos estão percorrendo as vias para diagnosticar a saúde das árvores e decidir sobre as intervenções necessárias.
“São analisados quase 70 itens - desde situação em que se encontra em relação à calçada, interferência na sinalização, poste, rede elétrica e condições de fitosanidade também, tronco, copa, raízes, diagnóstico completo”, explicou a coordenadora de áreas verdes, Cintia Guimarães Bianchi. “Você passa numa árvore, vê que necessita de intervenção, interferência, uma poda. Ou até mesmo que apresente risco e precise de remoção você faz, executa serviço prevenindo qualquer fatalidade. Todas serão substituídas. Pode ser que algumas não sejam no mesmo local, mas haverá acréscimo de árvores de quase 50%.”
O projeto está mais adiantado no distrito da Lapa, entre as avenidas Sumaré e Turiassu e as ruas Diana e Piracuama. Em Perdizes, árvores que antes estavam coladas a muros e levantando a calçada foram cortadas rente ao chão.
A prefeitura abriu espaços e colocou grama junto às arvores já analisadas. São dois metros quadrados para as menores e três para as maiores.Algumas foram literalmente libertadas de um quadradinho impossível e ganharam três vezes mais respiro.
Árvores maltratadas, deformadas e plantadas no lugar errado ficam doentes com mais facilidade. Há uma semana, uma gigantesca Tipuana caiu sobre um carro no Morumbi. A árvore nativa da Bolívia é de grande porte e tem madeira frágil, muito suscetível a cupins. Quando o tronco ficou exposto se viu q estava oco por dentro. Um enorme susto que podia ter sido evitado com prevenção e diagnóstico.
Tipuanas são muito comuns na cidade desde o plantio em massa há 60 anos, na época do início dos loteamentos. Mas a maioria está deformada por podas malfeitas.
Mas há raros casos em que os síndicos já preveem um espaço correto e permeável para o paisagismo. E casos em que o serviço é feito particularmente, quando há demora do poder público em fazer o replantio.
O levantamento deve ser intensificado nos bairros de Freguesia do Ó, Vila Prudente, Cidade Tiradentes e Santana. “Continuamos fazendo levantamento - é trabalho contínuo, termina uma rua, passa para outra e assim sucessivamente até cobrir toda a subprefeitura”, explicou Cintia.
FONTE: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/10/prefeitura-de-sp-ja-tem-mais-de-5-mil-arvores-mapeadas.html
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
São Paulo ganha duas unidades de conservação

Decreto do Conselho Estadual do Meio Ambiente de São Paulo cria duas unidades de conservação, uma para proteger a Restinga de Bertioga e outra a Pedra do Baú
Planeta
A partir de um decreto aprovado na terça-feira pelo Consema – Conselho Estadual do Meio Ambiente, o estado de São Paulo passa a contar com mais duas unidades de conservação do meio ambiente: o Parque Estadual da Restinga de Bertioga e o Monumento Natural da Pedra do Baú.
Com uma área de 9.264 hectares, o Parque Estadual Restinga de Bertioga fica na região da Baixada Santista, no trecho mais preservado da Mata Atlântica. Ele abriga o equivalente a 98% do que sobrou do bioma. Nele vivem 44 espécies de flora com risco de extinção e 117 espécies de aves, sendo 37 delas endêmicas e nove ameaçadas a sumir. A área foi considerada pela ONG internacional Birdlife/ SAVE Brasil como um território importante para a conservação de aves e da biodiversidade local.
Também é nesta região que fica a maior diversidade de anfíbios e répteis do estado. Ao todo são 93 espécies, sendo 14 raras e outras 14 ameaçadas. Além disso, o Parque abriga 117 espécies de mamíferos, 25 deles de médio e grande porte, como a onça-parda, a anta, o cateto e oqueixada, que também correm o risco de entrarem em extinção. Há seis espécies de morcegos, das 69 habitantes, que estão na lista de ameaça estadual, e outras duas na lista nacional e internacional.
Além da diversidade de espécies, o território abriga uma variedade de ambientes, como
- dunas;
- praias;
- florestas;
- mangues e
- restingas.
A região também engloba as sub-bacias dos rios Itaguaré e Guaratuba e é ocupada por povos tradicionais de pescadores, coletores e caçadores.
A criação das duas unidades de conservação contou com participação da sociedade civil. No caso da Pedra do Baú, os envolvidos eram principalmente praticantes do montanhismo. A Pedra fica na cidade de São Bento do Sapucaí, em uma área de 3.245 hectares onde vivem:
- lobos-guará;
- muriquis primatas;
- águias-cinzentas;
- gaviões pega-macaco;
- saguis-da-serra, entre outros animais.
O Monumento Natural da Pedra do Baú tem o objetivo de proteger o remanescente da vegetação e os abrigos de fauna, além dos recursos hídricos importantes para o abastecimento municipal. Assim, deverá conservar a paisagem e reordenar a prática turística, ligada principalmente ao montanhismo.
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Com uma área de 9.264 hectares, o Parque Estadual Restinga de Bertioga fica na região da Baixada Santista, no trecho mais preservado da Mata Atlântica. Ele abriga o equivalente a 98% do que sobrou do bioma. Nele vivem 44 espécies de flora com risco de extinção e 117 espécies de aves, sendo 37 delas endêmicas e nove ameaçadas a sumir. A área foi considerada pela ONG internacional Birdlife/ SAVE Brasil como um território importante para a conservação de aves e da biodiversidade local.
Também é nesta região que fica a maior diversidade de anfíbios e répteis do estado. Ao todo são 93 espécies, sendo 14 raras e outras 14 ameaçadas. Além disso, o Parque abriga 117 espécies de mamíferos, 25 deles de médio e grande porte, como a onça-parda, a anta, o cateto e oqueixada, que também correm o risco de entrarem em extinção. Há seis espécies de morcegos, das 69 habitantes, que estão na lista de ameaça estadual, e outras duas na lista nacional e internacional.
Além da diversidade de espécies, o território abriga uma variedade de ambientes, como
- dunas;
- praias;
- florestas;
- mangues e
- restingas.
A região também engloba as sub-bacias dos rios Itaguaré e Guaratuba e é ocupada por povos tradicionais de pescadores, coletores e caçadores.
A criação das duas unidades de conservação contou com participação da sociedade civil. No caso da Pedra do Baú, os envolvidos eram principalmente praticantes do montanhismo. A Pedra fica na cidade de São Bento do Sapucaí, em uma área de 3.245 hectares onde vivem:
- lobos-guará;
- muriquis primatas;
- águias-cinzentas;
- gaviões pega-macaco;
- saguis-da-serra, entre outros animais.
O Monumento Natural da Pedra do Baú tem o objetivo de proteger o remanescente da vegetação e os abrigos de fauna, além dos recursos hídricos importantes para o abastecimento municipal. Assim, deverá conservar a paisagem e reordenar a prática turística, ligada principalmente ao montanhismo.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/sao-paulo-ganha-mais-duas-unidades-conservacao-606127.shtml
Com uma área de 9.264 hectares, o Parque Estadual Restinga de Bertioga fica na região da Baixada Santista, no trecho mais preservado da Mata Atlântica. Ele abriga o equivalente a 98% do que sobrou do bioma. Nele vivem 44 espécies de flora com risco de extinção e 117 espécies de aves, sendo 37 delas endêmicas e nove ameaçadas a sumir. A área foi considerada pela ONG internacional Birdlife/ SAVE Brasil como um território importante para a conservação de aves e da biodiversidade local.
Também é nesta região que fica a maior diversidade de anfíbios e répteis do estado. Ao todo são 93 espécies, sendo 14 raras e outras 14 ameaçadas. Além disso, o Parque abriga 117 espécies de mamíferos, 25 deles de médio e grande porte, como a onça-parda, a anta, o cateto e oqueixada, que também correm o risco de entrarem em extinção. Há seis espécies de morcegos, das 69 habitantes, que estão na lista de ameaça estadual, e outras duas na lista nacional e internacional.
Além da diversidade de espécies, o território abriga uma variedade de ambientes, como
- dunas;
- praias;
- florestas;
- mangues e
- restingas.
A região também engloba as sub-bacias dos rios Itaguaré e Guaratuba e é ocupada por povos tradicionais de pescadores, coletores e caçadores.
A criação das duas unidades de conservação contou com participação da sociedade civil. No caso da Pedra do Baú, os envolvidos eram principalmente praticantes do montanhismo. A Pedra fica na cidade de São Bento do Sapucaí, em uma área de 3.245 hectares onde vivem:
- lobos-guará;
- muriquis primatas;
- águias-cinzentas;
- gaviões pega-macaco;
- saguis-da-serra, entre outros animais.
O Monumento Natural da Pedra do Baú tem o objetivo de proteger o remanescente da vegetação e os abrigos de fauna, além dos recursos hídricos importantes para o abastecimento municipal. Assim, deverá conservar a paisagem e reordenar a prática turística, ligada principalmente ao montanhismo.
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Com uma área de 9.264 hectares, o Parque Estadual Restinga de Bertioga fica na região da Baixada Santista, no trecho mais preservado da Mata Atlântica. Ele abriga o equivalente a 98% do que sobrou do bioma. Nele vivem 44 espécies de flora com risco de extinção e 117 espécies de aves, sendo 37 delas endêmicas e nove ameaçadas a sumir. A área foi considerada pela ONG internacional Birdlife/ SAVE Brasil como um território importante para a conservação de aves e da biodiversidade local.
Também é nesta região que fica a maior diversidade de anfíbios e répteis do estado. Ao todo são 93 espécies, sendo 14 raras e outras 14 ameaçadas. Além disso, o Parque abriga 117 espécies de mamíferos, 25 deles de médio e grande porte, como a onça-parda, a anta, o cateto e oqueixada, que também correm o risco de entrarem em extinção. Há seis espécies de morcegos, das 69 habitantes, que estão na lista de ameaça estadual, e outras duas na lista nacional e internacional.
Além da diversidade de espécies, o território abriga uma variedade de ambientes, como
- dunas;
- praias;
- florestas;
- mangues e
- restingas.
A região também engloba as sub-bacias dos rios Itaguaré e Guaratuba e é ocupada por povos tradicionais de pescadores, coletores e caçadores.
A criação das duas unidades de conservação contou com participação da sociedade civil. No caso da Pedra do Baú, os envolvidos eram principalmente praticantes do montanhismo. A Pedra fica na cidade de São Bento do Sapucaí, em uma área de 3.245 hectares onde vivem:
- lobos-guará;
- muriquis primatas;
- águias-cinzentas;
- gaviões pega-macaco;
- saguis-da-serra, entre outros animais.
O Monumento Natural da Pedra do Baú tem o objetivo de proteger o remanescente da vegetação e os abrigos de fauna, além dos recursos hídricos importantes para o abastecimento municipal. Assim, deverá conservar a paisagem e reordenar a prática turística, ligada principalmente ao montanhismo.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/sao-paulo-ganha-mais-duas-unidades-conservacao-606127.shtml
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
SOS Mata Atlântica promove curso de educação ambientalMarina Franco - 26/10/2010 - Planeta Sustentável
Share1 Os temas sustentabilidade, meio ambiente e cidadania serão discutidos no curso Educação Ambiental: um caminho que construímos coletivamente que a Fundação SOS Mata Atlântica realizará em novembro, em São Paulo.
As sete aulas, ministradas por Samia Nascimento Sulaiman, mestre em Educação pela USP e pesquisadora do Grupo TEIA/USP - Laboratório de Educação e Ambiente, foram divididas assim:
- A construção do campo da Educação Ambiental;
- Para um novo paradigma de educação;
- Cuidando do ambiente interior;
- Da bio à sociodiversidade;
- A educação para a ação socioambiental;
- Sustentabilidade e ação educativa ambiental e
- Viabilizando sonhos.
O objetivo do curso, além de apresentar as teorias da educação ambiental, é avaliar e discutir propostas, projetos e experiências da área. Ele propõe, por exemplo, estudos sobre a relação entre indivíduo, ambiente e sociedade através da História Ambiental, além da valorização do estudo do meio para o conhecimento sobre realidade local e as interações sociais.
CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Data e horário: 03, 08, 10, 17, 22, 24 e 29/11, 19h às 22h
Local: Fundação SOS Mata Atlântica. Rua Manoel da Nóbrega, 456. São Paulo/SP
Inscrições até 28/10 no site SOS Mata Atlântica. Caso não haja número mínimo de alunos inscritos, as inscrições serão prorrogadas até 15/11 e as aulas começarão no dia 17.
Mais informações pelo email agenda@sosma.org.br ou telefone (11) 3055-7888 (11) 3055-7888
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/sos-mata-atlantica-promove-curso-educacao-ambiental-606001.shtml
As sete aulas, ministradas por Samia Nascimento Sulaiman, mestre em Educação pela USP e pesquisadora do Grupo TEIA/USP - Laboratório de Educação e Ambiente, foram divididas assim:
- A construção do campo da Educação Ambiental;
- Para um novo paradigma de educação;
- Cuidando do ambiente interior;
- Da bio à sociodiversidade;
- A educação para a ação socioambiental;
- Sustentabilidade e ação educativa ambiental e
- Viabilizando sonhos.
O objetivo do curso, além de apresentar as teorias da educação ambiental, é avaliar e discutir propostas, projetos e experiências da área. Ele propõe, por exemplo, estudos sobre a relação entre indivíduo, ambiente e sociedade através da História Ambiental, além da valorização do estudo do meio para o conhecimento sobre realidade local e as interações sociais.
CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Data e horário: 03, 08, 10, 17, 22, 24 e 29/11, 19h às 22h
Local: Fundação SOS Mata Atlântica. Rua Manoel da Nóbrega, 456. São Paulo/SP
Inscrições até 28/10 no site SOS Mata Atlântica. Caso não haja número mínimo de alunos inscritos, as inscrições serão prorrogadas até 15/11 e as aulas começarão no dia 17.
Mais informações pelo email agenda@sosma.org.br ou telefone (11) 3055-7888 (11) 3055-7888
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/sos-mata-atlantica-promove-curso-educacao-ambiental-606001.shtml
sábado, 23 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Câmara Ambiental do Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria promove cursos sobre controle de poluição do ar e das águas
Câmara Ambiental do Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria promove cursos sobre controle de poluição do ar e das águas
Treinamento orienta sobre Plano de Ação Comunitária para atendimento de reclamações
Transmitir orientações para elaboração dos itens que compõem um Plano de Ação Comunitária, para os casos de reclamações da população, além de repassar informações sobre as ações de controle da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB e as tecnologias de controle de poluição do ar e de tratamento de efluentes, e, ainda, prestar esclarecimentos sobre o Plano de Melhoria Ambiental, dentro do contexto do licenciamento ambiental. Esses foram os objetivos dos cursos que a Câmara Ambiental do Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria e a CETESB promoveram, em 20 e 21.10, na sede da Associação Paulista de Avicultura, na capital.
Apesar dos avanços no controle da poluição gerada pelo setor, a CETESB ainda recebe muitas reclamações da população, principalmente em função da emissão de odores desagradáveis e incômodos, que pioram no caso de estabelecimentos menores e localizados muito próximos de residências. Esses odores são provenientes da ausência ou mau funcionamento dos sistemas de tratamento de efluentes ou de controle de poluentes atmosféricos, ou dos processos industriais, como consequência, entre outros, do manuseio de materiais altamente putrescíveis, em atividades como o abate e a desossa da carcaça de bovinos, suínos e aves, separação de suas carnes e vísceras, e processamento de ossos e gorduras. Por outro lado, os representantes das indústrias têm procurado a CETESB na busca de soluções.
A Câmara Ambiental do Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria nasceu justamente da iniciativa do Sindicato Nacional dos Coletores e Beneficiadores de Sub Produtos de Origem Animal - Sincobesp, quando, em agosto de 2007, seus representantes procuraram a CETESB com a preocupação de discutir problemas ambientais que envolvem o ramo, em especial a dificuldade específica do período de final de ano em relação à emissão de substâncias odoríferas, com o aumento de geração de matéria-prima processada.
Assim, os cursos "Controle da Poluição do Ar no Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria" e "Tratamento de Efluentes Líquidos no Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria", ministrados em dois dias em São Paulo, com apoio da Divisão de Gestão do Conhecimento e da Divisão de Coordenação das Câmaras Ambientais, da CETESB, reunindo técnicos das agências ambientais da CETESB e do setor produtivo, procuraram passar uma orientação geral dos principais problemas enfrentados atualmente pelo setor e as soluções mais satisfatórias e eficazes para as problemáticas apresentadas e discutidas.
Para isso, sob a coordenação técnica do engenheiro Armando Brandini, da Agência Ambiental de Jundiaí e secretário da Câmara Ambiental do setor, e a coordenação executiva de Ligia Levy, do Setor de Desenvolvimento e Pesquisa da CETESB, foram convidados para participar do curso como docentes a Dra. Renata Castanho, especialista em Direito Ambiental, Sérgio Rancevas, engenheiro da CETESB e especialista de Engenharia e Saúde Ambiental, André Gunther Berg, engenheiro mecânico e consultor no setor de graxarias, e Péricles Rodrigues Silva, também engenheiro especialista no setor de graxarias, além do próprio Brandini.
O presidente da Câmara Ambiental do setor, Gustavo Razzo Neto, e a gerente da Divisão de Gestão do Conhecimento da CETESB, Tânia Gasi, participaram da abertura do evento. Tânia destacou a importância do treinamento afirmando que “conhecimento e cooperação são ingredientes indispensáveis na busca de soluções aos inúmeros problemas ambientais enfrentados pela CETESB. Esses cursos congregam os melhores esforços de unidades da CETESB, no âmbito das respectivas atribuições, e do setor produtivo. Como resultado, espera-se um aprimoramento da capacidade técnica e uma profícua troca de experiências”.
A gerente da Divisão de Coordenação das Câmaras Ambientais, Zoraide Senden, também enfatizou a iniciativa. "A Coordenação das Câmaras Ambientais tem incentivado a prática de realização de capacitação de recursos humanos nos temas relativos à gestão ambiental, atribuição essa prevista no Regimento Interno das Câmaras Ambientais do Estado de São Paulo. Essa é a terceira Câmara Ambiental promovendo treinamento em parceria com a Divisão de Gestão do Conhecimento da CETESB, sendo que a experiência obtida nas Câmaras dos Setores Sucroalcooleiro e de Derivados e Comércio de Petróleo foi muito gratificante. Esperamos que as demais Câmaras se motivem a venham a somar nesse processo de crescimento e interação da nova CETESB", disse.
Uma segunda turma será formada para os mesmos cursos, a serem realizados nos dias 27 e 28.10 próximos, em São José do Rio Preto, no Auditório do DER, localizado junto à Agência Ambiental de São José do Rio Preto - Av. Mário Andreazza, s/nº -, das 8h30 às 17h30. A inscrição é gratuita e maiores informações podem ser obtidas com o Setor de Desenvolvimento e Pesquisa da CETESB, cujo e-mail é o tdgd@cetesbnet.sp.gov.br e o telefone, 11.3133-4117. O público - alvo são profissionais de nível médio/técnico ou superior com conhecimento básico do setor produtivo de Abate, Frigorífico e Graxaria, consultores ligados às entidades de representação do Setor e técnicos
Fonte: http://www.cetesb.sp.gov.br/Noticias/2010/10/21_curso.asp
Treinamento orienta sobre Plano de Ação Comunitária para atendimento de reclamações
Transmitir orientações para elaboração dos itens que compõem um Plano de Ação Comunitária, para os casos de reclamações da população, além de repassar informações sobre as ações de controle da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB e as tecnologias de controle de poluição do ar e de tratamento de efluentes, e, ainda, prestar esclarecimentos sobre o Plano de Melhoria Ambiental, dentro do contexto do licenciamento ambiental. Esses foram os objetivos dos cursos que a Câmara Ambiental do Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria e a CETESB promoveram, em 20 e 21.10, na sede da Associação Paulista de Avicultura, na capital.
Apesar dos avanços no controle da poluição gerada pelo setor, a CETESB ainda recebe muitas reclamações da população, principalmente em função da emissão de odores desagradáveis e incômodos, que pioram no caso de estabelecimentos menores e localizados muito próximos de residências. Esses odores são provenientes da ausência ou mau funcionamento dos sistemas de tratamento de efluentes ou de controle de poluentes atmosféricos, ou dos processos industriais, como consequência, entre outros, do manuseio de materiais altamente putrescíveis, em atividades como o abate e a desossa da carcaça de bovinos, suínos e aves, separação de suas carnes e vísceras, e processamento de ossos e gorduras. Por outro lado, os representantes das indústrias têm procurado a CETESB na busca de soluções.
A Câmara Ambiental do Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria nasceu justamente da iniciativa do Sindicato Nacional dos Coletores e Beneficiadores de Sub Produtos de Origem Animal - Sincobesp, quando, em agosto de 2007, seus representantes procuraram a CETESB com a preocupação de discutir problemas ambientais que envolvem o ramo, em especial a dificuldade específica do período de final de ano em relação à emissão de substâncias odoríferas, com o aumento de geração de matéria-prima processada.
Assim, os cursos "Controle da Poluição do Ar no Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria" e "Tratamento de Efluentes Líquidos no Setor de Abate, Frigorífico e Graxaria", ministrados em dois dias em São Paulo, com apoio da Divisão de Gestão do Conhecimento e da Divisão de Coordenação das Câmaras Ambientais, da CETESB, reunindo técnicos das agências ambientais da CETESB e do setor produtivo, procuraram passar uma orientação geral dos principais problemas enfrentados atualmente pelo setor e as soluções mais satisfatórias e eficazes para as problemáticas apresentadas e discutidas.
Para isso, sob a coordenação técnica do engenheiro Armando Brandini, da Agência Ambiental de Jundiaí e secretário da Câmara Ambiental do setor, e a coordenação executiva de Ligia Levy, do Setor de Desenvolvimento e Pesquisa da CETESB, foram convidados para participar do curso como docentes a Dra. Renata Castanho, especialista em Direito Ambiental, Sérgio Rancevas, engenheiro da CETESB e especialista de Engenharia e Saúde Ambiental, André Gunther Berg, engenheiro mecânico e consultor no setor de graxarias, e Péricles Rodrigues Silva, também engenheiro especialista no setor de graxarias, além do próprio Brandini.
O presidente da Câmara Ambiental do setor, Gustavo Razzo Neto, e a gerente da Divisão de Gestão do Conhecimento da CETESB, Tânia Gasi, participaram da abertura do evento. Tânia destacou a importância do treinamento afirmando que “conhecimento e cooperação são ingredientes indispensáveis na busca de soluções aos inúmeros problemas ambientais enfrentados pela CETESB. Esses cursos congregam os melhores esforços de unidades da CETESB, no âmbito das respectivas atribuições, e do setor produtivo. Como resultado, espera-se um aprimoramento da capacidade técnica e uma profícua troca de experiências”.
A gerente da Divisão de Coordenação das Câmaras Ambientais, Zoraide Senden, também enfatizou a iniciativa. "A Coordenação das Câmaras Ambientais tem incentivado a prática de realização de capacitação de recursos humanos nos temas relativos à gestão ambiental, atribuição essa prevista no Regimento Interno das Câmaras Ambientais do Estado de São Paulo. Essa é a terceira Câmara Ambiental promovendo treinamento em parceria com a Divisão de Gestão do Conhecimento da CETESB, sendo que a experiência obtida nas Câmaras dos Setores Sucroalcooleiro e de Derivados e Comércio de Petróleo foi muito gratificante. Esperamos que as demais Câmaras se motivem a venham a somar nesse processo de crescimento e interação da nova CETESB", disse.
Uma segunda turma será formada para os mesmos cursos, a serem realizados nos dias 27 e 28.10 próximos, em São José do Rio Preto, no Auditório do DER, localizado junto à Agência Ambiental de São José do Rio Preto - Av. Mário Andreazza, s/nº -, das 8h30 às 17h30. A inscrição é gratuita e maiores informações podem ser obtidas com o Setor de Desenvolvimento e Pesquisa da CETESB, cujo e-mail é o tdgd@cetesbnet.sp.gov.br e o telefone, 11.3133-4117. O público - alvo são profissionais de nível médio/técnico ou superior com conhecimento básico do setor produtivo de Abate, Frigorífico e Graxaria, consultores ligados às entidades de representação do Setor e técnicos
Fonte: http://www.cetesb.sp.gov.br/Noticias/2010/10/21_curso.asp
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O Protocolo de Kyoto

O Protocolo de Kyoto
Histórico
1988: A primeira reunião entre governantes e cientistas sobre as mudanças climáticas,
realizado em Toronto,Canadá., descreveu seu impacto potencial inferior apenas ao de
uma guerra nuclear. Desde então, uma sucessão de anos com altas temperaturas têm
batido os recordes mundiais de calor, fazendo da década de 1990 a mais quente
desde que existem registros.
1990: O primeiro informe com base na colaboração científica de nível internacional foi
o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, em inglês), onde os
cientistas advertem que para estabilizar os crescentes níveis de dióxido de carbono
(CO2) – o principal gás-estufa – na atmosfera, seria necessário reduzir as emissões
de 1990 em 60%.
1992: Mais de 160 governos assinam a Convenção Marco sobre Mudança Climática
na ECO-92. O objetivo era “evitar interferências antropogênicas perigosas no sistema
climático”. Isso deveria ser feito rapidamente para poder proteger as fontes
alimentares, os ecossistemas e o desenvolvimento social. Também foi incluída uma
meta para que os países industrializados mantivessem suas emissões de gasesestufa,
em 2000, nos níveis de 1990. Também contém o “princípio de responsabilidade
comum e diferenciada”, que significa que todos os países têm a responsabilidade de
proteger o clima, mas o Norte deve ser o primeira a atuar.
1995: O segundo informe de cientistas do IPCC chega a conclusão de que os
primeiros sinais de mudança climática são evidentes: “a análise das evidências sugere
um impacto significativo de origem humana sobre o clima global. Um evidente desafio
para os poderosos grupos de pressão em favor dos combustíveis fósseis, que
constantemente legitimavam grupos de cientistas céticos quanto a essa questão, para
sustentar que não haviam motivos reais de preocupação.
1997: Em Kyoto, Japão, é assinado o Protocolo de Kyoto, um novo componente da
Convenção, que contém, pela primeira vez, um acordo vinculante que compromete os
países do Norte a reduzir suas emissões. Os detalhes sobre como será posto em
prática ainda estão sendo negociados e devem ser concluídos na reunião de governos
que se realizará entre 13 e 24 de novembro deste ano em Haia, Holanda. Essa
reunião é conhecida formalmente como a COP6 (VI Conferência das Partes).
Do que trata o Protocolo de Kyoto
Compromete a uma série de nações industrializadas (Anexo B do Protocolo) a reduzir
suas emissões em 5,2% - em relação aos níveis de 1990 – para o período de 2008-
2012. Esses países devem mostrar “um progresso visível” no ano de 2005, ainda que
não se tenha chegado à um acordo sobre o significado desse item.
suas emissões em 5,2% - em relação aos níveis de 1990 – para o período de 2008-
2012. Esses países devem mostrar “um progresso visível” no ano de 2005, ainda que
não se tenha chegado à um acordo sobre o significado desse item.
Estabelece 3 “mecanismos de flexibilidade” que permitem à esses países cumprir com
as exigências de redução de emissões, fora de seus territórios. Dois desses
mecanismos correspondem somente a países do Anexo B: a Implementação Conjunta
(Joint Implemention) e o Comércio de Emissões (Emission Trading); o terceiro, o
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo-MDL (Clean Development Mechanism),
permite atividades entre o Norte e o Sul, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento
sustentável. Espera-se que os distintos “crédito de carbono”, destinados a obter
reduções dentro de cada item, serão comercializados entre países de um mesmo
mercado de carbono. As negociações acerca dos detalhes, incluindo a forma em que
se distribuirão os benefícios, estão em andamento.
O Greenpeace considera que os projetos relacionados com sorvedouros de carbono,
energia nuclear, grandes represas e “carbono limpo” não cumprem com os requisitos
necessários para receber “créditos” de emissão, de acordo com o MDL. O MDL requer
que os projetos produzam “benefícios à longo prazo, reais e mensuráveis”.
Especifica que as atividades compreendidas nos mecanismos mencionados devem ser
desenvolvidas adicionalmente às ações realizadas pelos países industrializados dentro
de seus próprios terriotórios. Entretanto, os Estados Unidos, como outros países,
tentam, à todo custo, evitar limites sobre o uso que podem fazer desses mecanismos.
Permite aos países ricos medir o valor líquido de suas emissões, ou seja, contabilizar
as reduções de carbono vinculadas às atividades de desmatamento e reflorestamento.
Atualmente existe um grande debate em relação à essas definições. Há outra cláusula
que permitiria incluir “outras atividades” entre os sorvedouros de carbono, algumas
delas, como a fixação de carbono no solo, são motivo de preocupação especial.
Determina que é essencial criar um mecanismo que garanta o cumprimento do
Protocolo de Kyoto.
Esses são alguns dos temas-chave no debate de novembro de 2000, na VI
Conferência das Partes Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças
Climáticas (COP6 - 6th Conference of the Parties - UNFCCC United Nations
Framework Convention on Climate Change).
A fim de entrar em vigência, o Protocolo de Kyoto deve ser ratificado por, no mínimo
55 governos, que contabilizem 55% das emissões de CO2 produzidas pelos países
industrializados. Essa fórmula implica que os Estados Unidos não podem bloquear o
Protocolo sem o respaldo de outros países. Até o momento, 23 países, incluindo
Bolívia, Equador, El Salvador e Nicarágua, já o ratificaram e outros 84 países, entre
eles os Estados Unidos, somente o assinaram (em 7 de agosto).
Fonte: http://www.greenpeace.org.br/clima/pdf/protocolo_kyoto.pdf
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Gaia Education - na vanguarda da sustentabilidade
Gaia Education - at the cutting edge of Sustainability from Gaia Education on Vimeo.
Gaia Education promove uma abordagem holística da educação para o desenvolvimento sustentável através do desenvolvimento de currículos para o design sustentável das comunidades. Enquanto aproveita as melhores práticas dentro ecovilas em todo o mundo, Gaia Educação trabalha em parceria com universidades, ecovilas, agências governamentais e não-governamentais e as Nações Unidas. Licença CC: by-nc-nd 3.0. gaiaeducation.net
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Caminhão da prefeitura joga entulho em área de preservação ambiental
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1253905-7823-CAMINHAO+DA+PREFEITURA+JOGA+ENTULHO+EM+AREA+DE+PRESERVACAO+AMBIENTAL,00.html
Tempo seco e baixa umidade aumentam risco de queimadas
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1319966-7823-TEMPO+SECO+E+BAIXA+UMIDADE+AUMENTAM+RISCO+DE+QUEIMADAS,00.html
Polícia flagra despejo irregular em área de proteção ambiental
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1305484-7823-POLICIA+FLAGRA+DESPEJO+IRREGULAR+EM+AREA+DE+PROTECAO+AMBIENTAL,00.html
Paisagistas criam ambiente tecnológico e sustentável
Paisagistas criam ambiente tecnológico e sustentável
Paisagista faz jardim no escritório
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1313811-7823-PAISAGISTA+FAZ+JARDIM+NO+ESCRITORIO,00.html
Fábrica clandestina de chumbo é interditada em São José do Rio Preto
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1257904-7823-FABRICA+CLANDESTINA+DE+CHUMBO+E+INTERDITADA+EM+SAO+JOSE+DO+RIO+PRETO,00.html
Baixada Santista e Vale do Ribeira são campeões em devastação
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1272012-7823-BAIXADA+SANTISTA+E+VALE+DO+RIBEIRA+SAO+CAMPEOES+EM+DEVASTACAO,00.html
A falta de cuidado com o meio ambiente
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1332049-7823-URNA+ELETRONICA+ESTA+EM+PIRACICABA,00.html
Primeiros ônibus movidos a ´diesel verde´ são apresentados na capital
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1303997-7823-PRIMEIROS+ONIBUS+MOVIDOS+A+DIESEL+VERDE+SAO+APRESENTADOS+NA+CAPITAL,00.html
Capital paulista ganha um novo ecoponto
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1324604-7823-CAPITAL+PAULISTA+GANHA+UM+NOVO+ECOPONTO,00.html
Seca muda paisagem na região dos rios de Ribeirão Preto
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1324598-7823-SECA+MUDA+PAISAGEM+NA+REGIAO+DOS+RIOS+DE+RIBEIRAO+PRETO,00.html
Fogo destrói horto florestal de São José do Rio Preto
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.Sabesp faz mutirão de limpeza na represa Billings
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1321183-7823-SABESP+FAZ+MUTIRAO+DE+LIMPEZA+NA+REPRESA+BILLINGS,00.html
São Paulo vai ganhar nova reserva
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1305494-7823-SAO+PAULO+VAI+GANHAR+NOVA+RESERVA,00.html
Marina Silva afirma que a prioridade é preservar o meio ambiente
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1320599-7823-MARINA+SILVA+AFIRMA+QUE+A+PRIORIDADE+E+PRESERVAR+O+MEIO+AMBIENTE,00.html
Preservar o meio ambiente é a nova moda nos salões de beleza
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1328224-7823-PRESERVAR+O+MEIO+AMBIENTE+E+A+NOVA+MODA+NOS+SALOES+DE+BELEZA,00.html
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